Havíamos combinado de ler os capítulos 2 e 3 do livro Jornalismo Cultura, do Daniel Piza, para a próxima aula. Combinei com uma colega de turma de vocês que scaneasse o texto para poder disponibilizá-los gratuitamente, mas a colega confundiu-se e me mandou a cópia dos capítulos 1 e 2.
Por isso, vamos ter que ler esses dois primeiros capítulos. Para baixá-los, é só clicar aqui. Caso alguém queira tirar xerox do texto, o livro está com a colega Palema, peçam a ela. Não se esqueçam de postar seus comentários sobre o texto.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
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10 comentários:
Passando por Horkheimer e Adorno, Daniel Piza (autor do livro Jornalismo Cultural ) passa pelas teorias marxistas, hoje, mais utópicas do que antes. Explicando conceitos da dicotomia cultural presentes na indústria de massa. Exemplo: Populismo x Elitismo; Pop x Popular; Cultura x Entretenimento; e a tendência a seguir aversões à cultura internacional num xenofobismo incalculável.
São capítulos de fácil compreensão. Um convite para a reflexão enquanto produtores, jornalistas culturais. Uma conscientização de que, cultura não se trata de uma alcunha para os mecanismos burgueses que projetam na sociedade princípios capitalistas.
A grande marca do jornalista cultural está se confundindo com a prestação de serviços, caindo no senso comum de que, “jornalismo cultural se encerra na função do serviço, do roteiro”. Entre excessos, dicas e juízos de valor, o autor sustenta uma imagem positiva da produção do jornalista cultural, do crítico e do colunista que emite sua opinião.
Um dos pecados mais cometidos pelas redações é bem colocado no texto:
“As equipes tem menos repertório e ambição e trocam a exigência pela complacência (tudo é bom, desde que o leitor goste...) e o charme pela previsibilidade (a construção do texto é convencional, a opinião emitida idem).”
Também, com exemplos consistentes de uma crítica completa, ele preenche no terceiro capítulo suas impressões de conceitos, o que vem a ser ético, e o que supõe como combinação perfeita para uma resenha de qualidade: sinceridade, objetividade e preocupação com o autor e o tema.
Com propriedade, faz um passo a passo, esmiuçando resenhas. Identificando os objetivos do autor na redação, levantando os pontos fortes para que ela se torne atrativa e venha a ser lida não só pelo interessado no assunto (filme/música), e sim por todo aquele que tiver acesso à resenha.
Um texto extremamente positivo para acadêmicos interessados na área de jornalismo cultural. Entre preconceitos que esse jornalista sofre, tanto de colegas de ofício quanto de leitores, a melhor saída é apresentada pelo poeta Thomas Stearns Eliot, também citado no texto: “O melhor método é ser inteligente”.
por Nayara Young
Segundo o texto, o jornalismo cultural sofreu e sofre varias crises de identidade, mais essas crises são benéficas, porque a instabilidade e a pluralidade são necessárias para a evolução do jornalismo cultural.
O texto mostra quais as abordagens do jornalismo cultural, e como ele trabalha com todas as vertentes da cultura como: o populismo, o pop, o “erudito”, etc. Uma máxima do populismo diz: “Se uma coisa faz sucesso, é porque é boa”, isso para justificar o desinteresse dos críticos em apresentar um trabalho mais elabora e de qualidade, se apóiam nesse ditado para continuar fazendo seus trabalhos baseados em matérias sensacionalistas.
O autor revela em seu texto sua visão do como seria uma “boa” matéria jornalística cultural, que segundo ele seguiria as mesmas regras de uma matéria jornalista normal: clara, coesa, objetiva e relevante. “Ele afirma que os cadernos culturais estão sofrendo uma “guetização”, um modismo, uma limitação de assuntos, e explica que um característica também nociva é a do gênero, indivíduos que só ouvem jazz, outros só lêem romance, outros só assistem cinema “ de arte”, pois vicia e limita a sensibilidade.
Outro fator que empobrece esses cadernos é o preconceito contra matérias estrangeiras, que para alguns significam “submissão”, “colonização”, isso vindo do pensamento de que tudo que vem “lá de fora” é melhor a priori. O contrário também acontece, muitos criadores brasileiros são mais valorizados no exterior, do que em seu próprio país, afinal “santo de casa não faz milagre”? Há muitos motivos para que isso aconteça, além da simples avaliação estética.
Afirma o autor que a sessão cultural é um poderoso vértice de identidade do leitor para com a publicação, hoje trocam a exigência pela complacência (Tudo é bom, desde que o leitor goste...) e o charme pela previsibilidade, isso diminui a qualidade do jornalismo cultural e o interesse do leitor.
O fundamental é saber convidar e provocar o leitor. O jornalista cultural tem o papel de “fazer cabeças” no bom sentido, isso implica na responsabilidade de se dedicar a matéria, não escrevendo “impressionista” no mau sentido, se deixando levar por impressões superficiais.
Em suma o texto é informativo, mostra propriedade e embasamento, sendo um estimulante para os que se identificam com o jornalismo cultural. Ela contextualiza com grandes pensadores. E vale ressaltar a frase de Octavio Paz “Ser culto é pertencer a todos os tempos e lugares, sem deixar de pertencer ao seu tempo e lugar”.
Thiago Castro
3º semestre matutino
Segundo o texto, o jornalismo cultural sofreu e sofre varias crises de identidade, mais essas crises são benéficas, porque a instabilidade e a pluralidade são necessárias para a evolução do jornalismo cultural.
O texto mostra quais as abordagens do jornalismo cultural, e como ele trabalha com todas as vertentes da cultura como: o populismo, o pop, o “erudito”, etc. Uma máxima do populismo diz: “Se uma coisa faz sucesso, é porque é boa”, isso para justificar o desinteresse dos críticos em apresentar um trabalho mais elabora e de qualidade, se apóiam nesse ditado para continuar fazendo seus trabalhos baseados em matérias sensacionalistas.
O autor revela em seu texto sua visão do como seria uma “boa” matéria jornalística cultural, que segundo ele seguiria as mesmas regras de uma matéria jornalista normal: clara, coesa, objetiva e relevante. “Ele afirma que os cadernos culturais estão sofrendo uma “guetização”, um modismo, uma limitação de assuntos, e explica que um característica também nociva é a do gênero, indivíduos que só ouvem jazz, outros só lêem romance, outros só assistem cinema “ de arte”, pois vicia e limita a sensibilidade.
Outro fator que empobrece esses cadernos é o preconceito contra matérias estrangeiras, que para alguns significam “submissão”, “colonização”, isso vindo do pensamento de que tudo que vem “lá de fora” é melhor a priori. O contrário também acontece, muitos criadores brasileiros são mais valorizados no exterior, do que em seu próprio país, afinal “santo de casa não faz milagre”? Há muitos motivos para que isso aconteça, além da simples avaliação estética.
Afirma o autor que a sessão cultural é um poderoso vértice de identidade do leitor para com a publicação, hoje trocam a exigência pela complacência (Tudo é bom, desde que o leitor goste...) e o charme pela previsibilidade, isso diminui a qualidade do jornalismo cultural e o interesse do leitor.
O fundamental é saber convidar e provocar o leitor. O jornalista cultural tem o papel de “fazer cabeças” no bom sentido, isso implica na responsabilidade de se dedicar a matéria, não escrevendo “impressionista” no mau sentido, se deixando levar por impressões superficiais.
Em suma o texto é informativo, mostra propriedade e embasamento, sendo um estimulante para os que se identificam com o jornalismo cultural. Ela contextualiza com grandes pensadores. E vale ressaltar a frase de Octavio Paz “Ser culto é pertencer a todos os tempos e lugares, sem deixar de pertencer ao seu tempo e lugar”.
Thiago Castro
3º semestre matutino
Segundo o texto, o jornalismo cultural sofreu e sofre varias crises de identidade, mais essas crises são benéficas, porque a instabilidade e a pluralidade são necessárias para a evolução do jornalismo cultural.
O texto mostra quais as abordagens do jornalismo cultural, e como ele trabalha com todas as vertentes da cultura como: o populismo, o pop, o “erudito”, etc. Uma máxima do populismo diz: “Se uma coisa faz sucesso, é porque é boa”, isso para justificar o desinteresse dos críticos em apresentar um trabalho mais elabora e de qualidade, se apóiam nesse ditado para continuar fazendo seus trabalhos baseados em matérias sensacionalistas.
O autor revela em seu texto sua visão do como seria uma “boa” matéria jornalística cultural, que segundo ele seguiria as mesmas regras de uma matéria jornalista normal: clara, coesa, objetiva e relevante. “Ele afirma que os cadernos culturais estão sofrendo uma “guetização”, um modismo, uma limitação de assuntos, e explica que um característica também nociva é a do gênero, indivíduos que só ouvem jazz, outros só lêem romance, outros só assistem cinema “ de arte”, pois vicia e limita a sensibilidade.
Outro fator que empobrece esses cadernos é o preconceito contra matérias estrangeiras, que para alguns significam “submissão”, “colonização”, isso vindo do pensamento de que tudo que vem “lá de fora” é melhor a priori. O contrário também acontece, muitos criadores brasileiros são mais valorizados no exterior, do que em seu próprio país, afinal “santo de casa não faz milagre”? Há muitos motivos para que isso aconteça, além da simples avaliação estética.
Afirma o autor que a sessão cultural é um poderoso vértice de identidade do leitor para com a publicação, hoje trocam a exigência pela complacência (Tudo é bom, desde que o leitor goste...) e o charme pela previsibilidade, isso diminui a qualidade do jornalismo cultural e o interesse do leitor.
O fundamental é saber convidar e provocar o leitor. O jornalista cultural tem o papel de “fazer cabeças” no bom sentido, isso implica na responsabilidade de se dedicar a matéria, não escrevendo “impressionista” no mau sentido, se deixando levar por impressões superficiais.
Em suma o texto é informativo, mostra propriedade e embasamento, sendo um estimulante para os que se identificam com o jornalismo cultural. Ela contextualiza com grandes pensadores. E vale ressaltar a frase de Octavio Paz “Ser culto é pertencer a todos os tempos e lugares, sem deixar de pertencer ao seu tempo e lugar”.
Thiago Castro
3º semestre matutino
Desculpa por eu ter postado 3 vezes estava dando erro.
Abç
Thiago Castro
O jornalismo cultural se popularizou em revistas culturais a partir dos anos 20, tornando-se a partir dos anos 50 semanalmente ou mensalmente. É o entretenimento mais promissor da economia. A imprensa cultural tem a função de comentar e analisar a obra cultural, usando todo o seu senso crítico.
O jornalismo cultural sofre crises de identidade, com a modernidade, se tornando cada vez mais crítica. A cultura é algo para pessoas da “elite” as que lêem livros, por exemplo, diz uma pesquisa. Mas o cinema é um importante papel na cultura, sendo o principal veiculo de arte em massa.
As pessoas que tomam decisões na sociedade são seguidoras do que chamamos de “formadores de opinião”, eles lêem jornais sérios e instrutivos, só que esse público soma apenas 2% da população brasileira, que vem caindo nos últimos anos.
Para atingir o publico, os meios culturais não deviam se basear em algo ideológico, só para uma classe intelectual, mas atingir a ‘massa’, apresentando algo complexo. A cultura é muito diversificada.
O cinema tem suas obras baseadas em livros ou biografia de grandes autores, sem contar com os compositores de sua trilha sonora.
Hoje em dia, os jornais culturais são lidos com a maior freqüência nos finais de semana, no dia-a-dia ele é mais informativo.
Atualmente ouvimos muito falar em pop rock, mas nos anos 20 a tendência cultural era o jazz, e era a arte em massa, influenciando no comportamento social das pessoas. A diversidade cultural é socialmente positiva, assim todas as tribos se encontram e abre uma nova percepção de estilos e artes diferentes, como o comportamento, hábitos mostrando a realidade de cada cultura.
No Brasil, o acesso à cultura na maior parte é pela televisão, em jornais, as nota culturais vem em tirinhas, tendo maior espaço no fim de semana.
O Chico Buarque é conhecido internacionalmente e respeitado por suas canções, no Brasil só um tipo de público tem acesso a seu show.
O fato de a instabilidade econômica afetar os jornais, a cultura meio que foi deixada pra terceiro plano, destacando-se assuntos do dia-a-dia. Raramente você vê uma cultura na primeira pagina.
A questão critica é marcada pela clareza, devendo informar o que é, o tema e falar do autor. Analisar a obra esclarecendo qualidade e defeitos, ou a atribuição de adjetivos. A intenção é falar sobre sua importância, sua contribuição intelectual e artística. Mas para isso é preciso conscientizar as pessoas desde a infância, passando valores culturais diversificados e das regiões do nosso país, e levando isso a todos os jornais e revistas. Não somos formadores de opiniões?
Ingrid
O texto inicia falando sobre a importância histórica do jornalismo cultural.Sugere que esse tipo de jornalismo moderno sofre crises de identidade a partir do século XX, principalmente pelo surgimento da comunicação de massa que tem no rádio, no cinema e na tv, as principais fontes desse jornalismo.
Infere-se do texto que o jornalismo cultural surgiu como uma válvula de escape para os problemas sociais da época. Formou-se uma indústria cultural que fabricava entretenimento, entretanto às pessoas para consumo instantâneo e para tentar desviá-las do foco do sistema capitalista opressor à serviço da burguesia.
Cabia a esse jornalismo apresentar "as artes" para serem consumidas não mais como arte, pois devido a reprodutividade, perdia-se a aurea antes exclusiva da arte erudita, para poucos.
Para Benjamim, a reprodutividade industrial dos produtos artísicos era a forma de a massa consumir e sentir-se parte integrante de um sistema excludente.
Diante desse bum de produtos que se aproximam ao máximo de ideologias e aparências menos que de suas funcionalidades reais, cabe ao jornalismo cultural não se perder diante diante desse mercado promissor sem que cumpra seu papel de crítico, avaliador e esclarececor da cultura, não apenas informante dos eventos sem aprofundamento.
No jornalismo cultural, as publicações surgerem a públicos diferenciados, programações diferenciadas baseado no contexto histórico do público. Isso representa uma perda para esse tipo de jornalismo, pois está cada vez mais submisso a um anunciante de eventos classificado como de massa ou de elite.
A função desse jornalismo está sendo discutida a fundo no texto "De Pólos e Tribos", revelando que o jornalismo cultural anuncia de forma ostensiva estréias, porém não há interesse em saber se o público prestigiou ou não e porquê.
Há uma dupla personalidade no jornalismo cultural de um extremo a outro: limita-se as erudições e as variedades. Segmenta-se os públicos, enchendo-os de informãções sobre lançamentos, sem conseguir criar neles uma reflexão, uma possibilidade de crítica.
O que se vê são matérias repletas de entrevistas com celebridades sem o menor embasamento técnico e prévio para boas elaborações de críticas.
O texto critica a posição desse jornalismo que se perdeu nessa "reprodutividade industrial" focado simplesmente no consumo de determinado público-alvo. É um jornalismo empobrecido quanto ao fazer o público refletir. Deve livrar-se das correntes que o liga ao prestador de serviços de roteirista, que separa o nacional do internacional à medida que interessa determinado público.
Em resumo, o texto esclarece que trata-se, na atualiade, de um jornalismo limitado a comentários de artes no geral, sem muita exploração intelectual por não dizer respeito a um público maior. Ou seja, um jornalismo superficial, sem embasamentos teóricos e com críticas baseadas em gostos mais pessoais que propriamnte técnicos, sem familiaridade com o assunto e que beira a futilidade.
O jornalismo cultural é de grande importância. Está enraizado nos veículos de comunicação e na sociedade. Mostra o que está em maior evidência, ou seja, o que a grande massa prefere é o que vai ser destaque.
Formando assim um círculo, vicioso e fútil, dependendo claro, da visão de cada um.
E a preferência dessa grande massa, existe exatamente através de jornalismo cultural, que divulga. Visto que a arte e a cultura eram feitas para encantar e refletir, hoje ela faz parte de uma manipulação da grande massa. Algo que surgiu na época do proletariado e da burguesia, com a intenção de que o ploretário, tinha igualdade com o burguês. Dessa mesma forma, todas as mudanças hoje, o jornalismo cultural é usado também para manipular a massa. O dever do jornalismo é ter, ética, transparência, moral e passar isso para o cidadão. Mas na realidade não é o que ocorre. Ora, a cultura então, seria algo só para burgueses? O que seria cultura? Algo muito complexo? Seria algo elitista? Claro que a cultura é algo entendível na visão de cada um, e é para todos. Hoje pode se dizer que, cada um tem uma visão para o que é cultura, e tem a sua própria cultura. Cada individuo, forma ao longo da vida, das experiências que vivência. Há uma série de fatores que formarão seu nível cultural.
O jornalismo cultural, parece algo simples e banal, mas fica óbvio que ele está muito além do que se possa pensar. É algo complexo sim, diante da variedade de gostos e pessoas, embora a grande massa seja manipulada, o jornalismo cultural está aí para divulgar, muitas vezes até denunciar e também manipular.
Mas é o melhor de toda a forma de informção e do meio jornalístico. Digo que é a nata do jornalismo. Nada é perfeito, porque o jornalismo cultural seria? Mas é o melhor! E haja cultura.
Por Renata Figueiredo
O texto nos mostra quanto o jornalismo cultural teve e ainda tem mudado, essas transformações fez que houvesse uma evoluçao.Com muitos conceitos o autor envolve o pop,o erudita,o popularismo etc. Com uma visão totalmente fácil de compreender , mostrando que a cultura não é feita ''por quem estar por cima ''.
Uma grande arma em nosso dia dia é a TV que finge passar por uma ''formadora de opiniões ''como diz no texto.Fazendo com que apenas 2% da população tenha recebido informações por meio de revistas e jornais.No meio de tudo isso podemos ver que há alguns equívocos sobre o populismo como distorções como diz no próprio texto “Se uma coisa faz sucesso,é porque é boa”.
Vemos que também existe uma forma de preconceito sobre as matérias de eventos culturais que são do exterior ,elas são vistas como submissão , separadas daquelas que são daqui de dentro(Brasil) como se elas não se comunicassem.Assim é difícil valorizar a cultura de cada lugar porque dependendo da abordagem que é feita, algumas partes são ainda mais menosprezadas. A cultura servi para enxergarmos melhor nosso horizonte ou seja entendermos o nosso redor.
O autor expõe que alguns jornalistas tem esquemas como só dizer coisas boas de um filme só para garantir uma entrevista com o ator, caprichar nos adjetivos e detalhes expressos etc. E diz que clareza , coerência e agilidade seria sim um bom texto jornalistico.
Por essas e outras que o autor mostra que o fundamental para uma boa noticia é o de agradar simplesmente ao publico texto reproduz um jornalismo cultural que não é mais o mesmo, ele tem se limitado a focar somente no que o público quer e não o que poderia não agradara todos.De fato o que parece é que o importante é vender!!!
Enfim o texto passa a verdadeira imagem de como deveria ser uma matéria de jornalismo cultural, com uma linguagem de fácil compreensão alem de muito estimulante não somente para quem quer ingressar na área ,mas para todos os públicos, com base de alguns pensadores.
Raquel Da Fonseca
Capítulo II e III
Com uma linguagem clara e objetiva o autor, Daniel Piza, num primeiro momento, faz um paralelo entre o jornalismo cultural e os momentos historicos. A transformaçao da sociedade que, ora é mais atingida pelo cinema ora necessita de de seções culturais diárias, serve de molde para o jornalismo cultural que é nada mais do que o reflexo do momento em quem a sociedade se encontra. Temos muitas teórias sobre a mídia, a teoria culturologica explica bem o que Daniel Piza expõe em relação à metamorfose do jornalismo cultural.É importante ressaltar que o autor cita o desenvolvimento da "industria cultural",como ferramenta para explorar a arte como produto.
Explicando o elitismo e o populismo na sociedade, o autor mostra que as pessoas no geral, e também de menor grau de instrução, encaram a cultura como se fosse limitada aos sucessos de público. Enquanto cultura é tudo o que diz respeito ao modo organizacional de vida de um certo grupo.
Uma questão que Daniel Piza levanta é sobre as publicaçoes, que muitas vezes mostram somente o que seria importante para vender.Ressalta tambem as variedades das informaçoes e como sao tratadas de maneiras diferentes, como exemplo as materias do fim de semana que sao mais lidas que as materias do dia de semana em que as pessoas trabalham e teoricamente possuem menos tempo.
O jornalismo cultural possui diferenças gritantes em materias nacionais e internacionais,que sao separadas como o conjunto nao fosse cultura.
Para o autor, que explica a partir do terceiro capitulo, sobre as primeiras resenhas intituladas como impressionistas, é válida a coesão, o simplismo e a objetividade.
Segundo o texto, fato muito comum é uma materia é falar bem sobre um filme, por exemplo, para garantir os recursos financeiros que tal atitude venha a trazer para o veículo ou comunicador. É obvio que tal conduta compromete a noticia, que nao possui os principios da clareza e verdade por estar maquiada por um interesse comercial.
As criticas que envolvem as noticias da seção cultural além de sofrerem influencia por conta do interesse do véiculo, carrega uma certa opinião que estará intimamente ligada à quem escreveu.Levando em consideração,seus valores, sua noção sobre pop,cultura e variedades. No trecho "o jornalista afrouxa seus critérios sem perceber e não se sente à vontade para criticar com incisividade, no máximo faz meras ressalvas" encontramos um alerta para criticar as criticas. A imprensa Brasileira possui muitos "camaradas" e o conteudo das informaçoes, podem até nao ser destorcidos, mas sao bem tendenciosos.
Analisando os dois capitulos, percebemos que o autor chama a atençao pela maneira em que mostra como o jornalismo cultural tem relaçao com a sociedade, o envolvimento com o capitalismo, como é visto pela sociedade e como recebe olhares preconceituosos; além de citar sobre as criticas na imprensa brasileira.
OBS: NÃO CONSEGUI ABRIR O ARQUIVO DO CAPITULO I E II. Como ja Havia lido os capítulos II e III, deixo aqui neste comentario minhas consideraçoes em relação aos capitulos lidos por mim. E humildemente sugiro que os capitulos I e II fiquem para um próximo momento.
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