Blog da disciplina Jornalismo Especializado: Esportes, Cultura e Variedades da faculdade Unicesp. E-mail: henrique.froes@gmail.com
domingo, 19 de outubro de 2008
Matéria Cultura
Poste aqui a matéria de cultura. Lembrem-se que a pauta deve ser enviada primeiro para o meu e-mail (henrique.froes@gmail.com) para ser aprovada, como foi avisado em sala. A dead-line para a postagem é quarta-feira (22-10), às 19hs.
23 comentários:
Anônimo
disse...
Vem aí o 41° Festival de Cinema de Brasília Com a exibição de 238 filmes o festival espera a presença maciça do público candango.
Um dos principais festivais de cinema do Brasil acontecerá na capital da República do dia 18 a 25 de Novembro. É o 41° Festival de Cinema de Brasília que contatará com exibição da incrível marca de 238 filmes, sendo 28 longas e 129 curtas (35mm) e 81 filmes em 16mm. O valor do é três reais a meia e seis a inteira. Para Fernando Adolfo, organizador do festival, o evento durante a sua longa trajetória matem um perfil concebido pelos seus criadores, voltado para exibição de obras contundentes e de discussão estética e política, para Adolfo o público a cada ano comparece mais e prestigia e o grande destaque desse ano é a exibição dos filmes, todos inéditos no Brasil.
Novas categorias foram criadas nessa edição do festival, como o “Troféu Vagalume”, de inclusão sócio-cultural, que terá como jurados os deficientes visuais, que desde 2007, participam das sessões regulares da mostra competitiva do festival.
Uma das principais categorias do festival, a Longas (35mm) terá a participação de seis filmes, sendo que apenas um foi produzido e dirigido por um brasiliense. Esse brasiliense é André Luis da Cunha, formado em cinema pela Universidade de Brasília, Cunha atua com diretor e fotógrafo na realização de documentário, e ficções em longa e curta-metragem. Recebeu o prêmio Fiesp de melhor fotografia do Cinema Paulista com o Longa-metragem "A Concepção" e no Festival de Brasília os Candangos de Melhor Diretor por "Áporo" e Melhor Fotografia por "Sinistro", "Outros" e " O Perfumado " , curtas em 35mm. No festival desse ano Cunha, concorrerá com filme Ñande Guarani (Nós Guarani), é sobre o filme e o festival, Cunha respondeu:
Sabemos da tradição do festival de cinema de brasília, você tem medo da crítica?
André Luis da Cunha - Por que deveria ter????? Ela morde?
Qual a mensagem que você quiz passar no seu filme?
André Luis da Cunha - Em alguns de meus filmes, os autorais, aqueles que escrevi o roteiro e fiz a direção, trabalho com a perspectiva de dar ao público um ponto de vista diferente do que é oferecido pela mídia em geral. Dia de Visita é um documentário sobre a questão carcerária sob o ponto de vista dos familiares e não dos presos ou dos "especialistas" - jornalistas e estudiosos, da questão carcerária. É um filme muito sensível, humano, que faz o espectador pensar de forma diferente a questão da violência urbana. Ñande Guarani é um filme sobe os índios Guarani, sua cultura milenária, seus problemas, seus desafios e suas perspectivas futuras. É um filme musical, por que os Guarani são excelentes músicos, comparo suas melodias às do folk inglês e americano, as vezes soa muito pop, e suas musicas são milenárias... Com este filme pretendo novamente apresentar uma nova possibilidade de encarar os povos indígenas, algo que a mídia também não nos permite ou possibilita. Espero que o filme aqueça o debate sobre a questão indígena, e que o debate passe a ser mais honesto e menos mesquinho com os povos indígenas. Parece muito estranho que grupos indígenas sejam considerados "ameaça ao território brasileiro" enquanto alguns fazendeiros, como o Quartieiro em Roraima, que possuem milícias armadas, que ameaçam com explosivos a Polícia Federal, e até mesmo explodir pontes não sejam considerados bandidos perigosos e terroristas, e principalmente, não estejam presos!
Sendo o único filme de Brasília na categoria longa 35mm, Nós Guarani entra na disputa de melhor filme do festival?
André Luis da Cunha - Naturalmente, melhor filme pelo júri oficial e melhor filme pelo júri popular
Você teve dificuldade no orçamento do seu filme?
André Luis da Cunha - Filmamos com um orçamento bem modesto, e estamos trabalhando para pagar a finalização em 35mm, mas tudo vai dar certo poiis felizmente a Start Filmes e a Oikos agência de imagem, as duas empresas produtoras tem um histórico honesto, de muitas produções e por isso temos muito crédito no mercado cinematográfico, além de sermos muito queridos por aqueles que gerenciam as grandes empresas de cinema e seus funcionários. Existem algumas possibilidade de financiamentos para a finalização, além disso temos um apoio da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal, da Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento - AECID /Embaixada de Espanha e da Agência Brasileira de Cooperação - MRE. Garanto que os patrocinadores terão muito orgulho deste filme e sua repercussão será benéfica para suas empresas, tanto no quesito divulgação de marca quanto no quesito responsabilidade social. Empresas que investem em bons projetos tens suas marcas valorizadas junto aos seus consumidores e ao público em geral, está mais do que provado.
Na sua opinião, o festival de Brasília é o melhor do Brasil?
André Luis da Cunha - É o nosso Festival, posso parecer suspeito, comecei a fazer cinema em Brasília, moro aqui, acompanhei e acompanho o festival há anos, tenho uma forte ligação emocional com ele. Ou seja...ele é sem dúvida um dos mais importantes do país, com ou sem crise, foi o primeiro. No contexto nacional temos outros festivais importantes, com mais possibilidades comerciais para os filmes, mas politicamente o Festival de Brasília é imbatível, tem uma vocação para o debate acalorado, para a polêmica. Então a resposta é sim,é o festival mais importante para mim! Para você ter uma idéia, fiz este filme sem grandes pretensões e o meu objetivo era, desde o início, exibir o filme na Mostra Brasília, a mostra dos filmes da cidade, consolidada há anos através de uma proposta dos cineastas da cidade ao comitê organizador do Festival e também pela participação do público que lota as sessões e faz as maiores bilheterias de todo o festival, levando mais gente ao cinema do que a mostra competitiva nacional no horário nobre. A ironia de ser selecionado para a mostra principal é que pela programação do festival, e principalmente pela quantidade de filmes de Brasília, meu filme concorre ao prêmio de Melhor Filme de Brasília mas não poderá ser exibido na sessão da Mostra Brasília, uma pena...
O que mais te preocupa a análise do público ou dos críticos de cinema?
André Luis da Cunha - Isso não me preocupa, estou feliz com o filme e acredito que ele vai cumprir seu papel. Na verdade sempre há um desejo que as pessoas se toquem, pensem sobre o assunto, mas senti que cumpri o que pretendia quando fiz duas sessões de teste, uma para um grupo de estudantes universitários indígenas e outra para pessoas com diferentes formações e pouco conhecimento a respeito da real situação da questão indígena, o retorno me deu a sensação de dever cumprido. Desta forma, valeu fazer o filme e o que vier é lucro!!!
Mas para muito críticos o festival de Brasília esta perdendo o seu valor, diretores como Júlio Bessane e José Eduardo Belmonte lançaram seus filmes em outros festivais, optando em não participar do de Brasília. Para o Carlos Marcelo, editor executivo do Correio Braziliense, além dos nomes citados, outros também optaram, nos últimos anos, a deixar Brasília em segundo plano e optar por festivais de maior visibilidade, como o do Rio de Janeiro. “Não chega a prejudicar o evento, mas é um dado preocupante”. Para Fernando Adolfo, o Bressane concorreu o ano passado e foi premiadíssimo, preferiu não concorrer dois anos seguidos e também não quis concorrer na mostra competitiva do Festival do Rio.
Conhecido nacionalmente pela grande participação do público, agora é hora de espera mais um Festival de Cinema de Brasília.
PROGRAMAÇÃO Mostra Competitiva 35mm - 19 a 25 de novembro, Cine Brasília, com reprise no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e Embracine (CasaPark). Mostra Competitiva 16mm - 20 a 24 de novembro, às 15h, Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Mostra Filme Restaurado – Cine Brasília e Hotel Nacional Mostra Petrobras – SalaMartins Pena Festivalzinho - 19, 20, 21, 24 e 25 de novembro, Cine Brasília Mostra Revelando os Brasis – Sala Alberto Nepomuceno Mostra Curta Centro-Oeste – Cine Brasília III Seminário Locações Brasil: encontro com aproximadamente 30 representantes de films commissions nacionais. Seminários (Inscrições no festbrasilia@sc.df.gov.br. Informações: www.sc.df.gov.br e 3325-7777). Realização: Secretaria de Estado de Cultura do DF Valor do Ingresso: R$ 3 a meia e R$ 6 a inteira
NO COMANDO do BLUES O cantor, compositor e produtor Celso Salim que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues. Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele tem em média 18 shows por mês." o mercado por lá é pequeno mas como Sampa é grande muita gente gosta de Blues." Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó pra assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Diz que aqui em Brasília o público já não compra tanto CD e acha caro pagar cover pra ver um show.Diz que aqui melhorou muito pra show, abriram muitas casas e que o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem seu trabalho e saberem que é nativo. Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas cover por terem a certeza de um público garantido. Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar nos seus preferidos que são alguns deles: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King. Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista),Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a brasólia para tocar, aproveitando para visitar a fampilia e os amigos com quem sempre toca. Em 5 cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania. Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD "lues Bytes" com a participação de D'ilo de Araújo e Rafael Cury, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Beto Peres ex Natirut's também participou.
NO COMANDO DO BLUES O cantor, compositor e produtor Celso Salim que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues. Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele tem em média 18 shows por mês." O mercado por lá é pequeno mas como Sampa é grande muita gente gosta de Blues." Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó pra assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Conta que aqui em Brasília o público já não compra tanto CD e acha caro pagar cover pra ver um show. Diz que aqui melhorou muito pra show, abriram muitas casas e que o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem seu trabalho e sabem que é nativo. Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas cover por terem a certeza de um público garantido. Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar nos seus preferidos que são alguns deles: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King. Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista)e Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a Brasília para tocar, aproveitando para visitar a família e os amigos com quem sempre toca. Em 5 dias cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania no Bol Shoy Pub. Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD, "Blues Bytes" com a participação de D'ilo de Araújo, Rafael Cury e Beto Peres ex Natirut's, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Conta Celso com um sorriso de satisfação.
Mostra de Cinema Português Tipo de Evento: Cinema Local: Instituto Camões Endereço: Embaixada de Portugal - SES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 02 Brasília Telefone do Local: 3032-9600/3032-9634 De: 21/10/2008 a 30/11/2008
Entrada franca
Mostra de Cinema Português dedicada ao realizador Manoel de Oliveira que comemora, em 2008, o seu centenário.
Serão apresentados os filmes:
- Non ou a Vã Glória de Mandar (1990), - Palavra e Utopia (2000), - Porto da Minha Infância (2001), - Princípio da Incerteza (2002) e - Um Filme Falado (2003).
Mostra de cinema Português A mostra de cinema vai passar por 3 cidades, Pirenópolis –GO, Belém-PA e Brasília.
Em comemoração ao dia da consciência negra, acontecerá entre os 5 e 20 de novembro, no Teatro Nacional Cláudio Santoro e na Praça Zumbi dos Palmares- CONIC, um festival de cultura Afro-brasileira. Com entrada franca, nestes dias, haverá mostras fotográficas, shows, oficinas, exposições, desfile de moda, mostra educativa e circuito gastronômico, mostrando as principais marcas da cultura afro-brasileira. “Com a consolidação do Cara e Cultura Negra o Brasil ganha mais um centro de referência da cultura Afro-Brasileira, assim como Salvador e Rio, firmando Brasília no cenário nacional”, afirma Flávia Portela, idealizadora do projeto. Entre as apresentações musicais confirmadas, está o show do baiano Peu Meurray, ele apresentará a oficina Pneumático e a orquestra de Tambores de Pneu, criada pelo artista, que utiliza pneu de avião, carreta, trator, carro popular, fórmula 1 e kart retirados do lixo. Com o seu trabalho de reciclagem e música, criou uma banda de ritmos percussivos. Outra novidade é a inscrição para oficina de percussão e campeonato de rimas do Cara e Cultura Negra 2008, é um espaço para a exploração sonora, que terá a oficina “Pneumática, Tambores de Pneus” que utilizarão pneus retirados do lixo, que serão aproveitados como tambores. Já o campeonato de rimas, batalha entre rappers e repentistas, terá premiação em dinheiro. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 30 de outubro. Basta mandar um e-mail: caraeculturanegra@gmail.com Outra programação do evento é o desfile de moda e beleza da raça negra. Serão cinco dias de oficinas, apresentações e palestras, com o objetivo de valorizar a beleza negra. Será apresentada por profissionais da moda a diversidade de cores, texturas e particularidades do continente africano. Nas palestras mostrarão a história da moda afro-brasileira, desde a áfrica, seus grafismos, significados e estamparias. Visando mostrar valores estéticos, distantes da mídia, que não mostra a riqueza, a beleza e os costumes, dessa raça, que poderá ser apreciada no festival. O Festival Cara e Cultura Negra foram idealizados pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Cidade, MARKA, e pela Prefeitura Comunitária do Setor de Diversões Sul. A produção será executada pela Griô Produções.
Programação:
Abertura Oficial Mostra Educacional Visitas Guiadas e Vídeos Educacionais Mostra Internacional de Fotografia Moda Oficinas de Percussão Gastronomia Musica Praça Zumbi dos Palmares - Setor de Diversões Sul 5 de novembro - 18h às 22h Kanimando - desfile de moda e beleza negra - 19h Balé folclórico da Bahia - 21h - sala Vila Lobos 6 a 15 de novembro - 10h às 20h 11 a 14 de novembro - 10h e 15h 4 a 15 de novembro - 10h às 20h Kanimando - 1ª Semana da Moda e da Beleza Negra Desfile - 5 de novembro - 19h Palestra - Samuel Abrantes - 6 de novembro - 16h às 18h Oficinas de penteados, acessórios e maquiagem 11 a 14 de novembro - 14h Peu Meurrey Babilak Bah - 11 e 12 de novembro II Circuito da Gastronomia AFRICABRASIL - 5 a 20 de novembro Apresentação do livro Gula d'áfrica 7 de novembro 19h - Máximo Mansur (DF) 19:30h - Cesar de Paula Sambeat (DF) 20h - Sérgio Magalhães (DF) 20:30h - Ellen Oléria (DF) 21h - Caiana dos Crioulos (PB) 22h - Marabaixo (AP) 08 de novembro 19h - Congo Nya (DF) 20h - Babilak Bah (BH) 21h - Peu Meurray (BA) 22h - Mamour Ba (Senegal) 23h - Petit Mamadi e Fanta Konatê (Guiné Bissau) 15 de novembro - 18h às 20h Programação artística musical em parceria com o projeto TEIA 20 de novembro - Dia da Consciência Negra 18h - Discotecagem DJ Chokolaty 19h - Batalha de Rimas 19:30h - Peleja de Repente 20h - Peleja Rap e Repente 20:30h - Ataque Beliz 21h - Beto Brito 22h - Negra Li
Quando o infinito particular inverte o discurso por Nayara Young
Repressão. Expressão que alguns temiam, alguns exerciam, e outros mais ignoravam. A ditadura militar foi palco para a censura política, artística e ideológica. Eis que da vontade do diretor e dos atores em debater o ambiente hostil dos tempos de ferro surge o espetáculo “O 3º Lar”. Fruto de um projeto de desenvolvimento e experimentação nas artes cênicas, a peça traz o encontro de um jovem funcionário filho de general, um prisioneiro político e uma atriz durante o Regime Militar. No entanto o cerne da peça não está nas questões políticas da época, mas nas relações pessoais.
Dude, Tish e Nicolas. Um encontro delicado entre esses três jovens que carregam no peito a esperança de tempos melhores. Cada um com sua história, porém todos com o desejo comum pela fuga. A peça se passa em um depósito do Comando Militar. O ambiente decorado com caixas e jornais faz com que o espectador também seja parte do cenário. “Muito interessante o jogo feito pela equipe cenográfica. O ambiente nos remete à época. É um revival histórico do Brasil.” resume as impressões sobre cenário o estudante Leonardo após assistir a peça.
O diretor João Antônio de Lima Esteves, fundador do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UNB), tem propriedade para falar dessa época por ser um ex-ativista político. A convite dos atores, durante três meses conduziu a direção e contribuiu com o texto, escrito em conjunto com o elenco. “Fui ativista político, portanto, tenho certa vivência no assunto. Todos nós fomos reprimidos em algum momento da vida, mas, em O 3º lar, o lado político não é o principal, e, sim, as relações humanas nessas situações”, explica o diretor. O professor de interpretação, em parceria com Adeilton Guimarães, trabalha em novo projeto cênico. O novo espetáculo será sobre a história e a vida de Glauber Rocha. Um dos integrantes mais importantes do Cinema Novo, corrente artística iniciada no começo dos anos 60. Glauber que, para o poeta Ferreira Gullar “se consumiu em seu próprio fogo" dirigiu Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1968), ambos premiados no Festival de Cannes. A estréia da peça está prevista para o início de 2009. Com poucos recursos cênicos, a interpretação é a chave de entrada para o espetáculo. O espaço onde ocorre a história ganha uma identidade, função, e se transforma no terceiro lar para essas pessoas.
”O 3º Lar” está em cartaz na sala Adolfo Celi no Casa D’Itália até o dia 02 de novembro. Com sessões toda sexta, sábado (às 21h) e domingo (às 20h). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Informações: 3244-3333
Elenco: Roberta Rangel, João Vitor Campos e Iuri Saraiva. Diretor: João Antônio de Lima Esteves
Serviço:
Local: Sala Adolfo Celi - Casa DÍtália 208/9 Sul (Entrada pelo eixinho L) - - Data: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h Preço inteira: R$ 20 Preço meia: R$ 10 De: 17/10/2008 Até: 02/11/2008 Informações: 3244-3333
A vida pode ser resumida nas músicas. Os famosos anos 70, 80 e 90 trazem à tona um misto de sentimentos que foram perdidos ao longo dos tempos, sobretudo pelas gerações contemporâneas. Os ritmos passados, apesar de parecer tão distantes, estão mais próximos e vivos que nunca. Isso porque é cada vez mais recorrente festas com músicas que marcaram época. Para pessoas que curtem a saudade dos chamados "anos dourados", é um meio de reviver a adolescência quando havia na letra das músicas romantismo e ingenuidade. São músicas que retomam memórias como se estivessem no momento passado, que influenciam na vida das pessoas e que o corpo é a maior expressão, sendo as palavras apenas o complemento de toda a euforia. E o SESC, com projetos de lazer e cultura, vem oferecer para o público de todas as idades a tradicional Noite do Flash Back "BYE BYE 2008" em sua última edição de 2008. Uma noite dançante, envolvente, que promete grandes surpresas aos que vierem conferir. Será no SESC de Taguatinga Sul, dia 31 de outrubro a partir das 22:30, com preços promorcionais de R$12,00 para o público em geral e estudantes, comerciários e deficientes pagam R$6,00. A compra do ingresso será na própria bilheteria do SESC e a idade mínima de 16 anos. Todos os anos o SESC realiza essa festa que já é bem recebida pelo público de idades variadas. Durante o ano são oferecidas quatro edições sendo a primeira em Abril quando comemoram o aniversário da unidade, em Junho, Agosto e esta última em Outubro, o que já deixa saudades para os que prestigiam com assiduidade. Com ritmos internacionais e nacionais, desde a década de 70, passando pela de 80 até chegar nos anos 90, os dj´s reservam uma noite para o público reviver seus melhores momentos, com músicas mecânicas passando por Michael Jackson, Madona até Capital Inicial. Para Paulinho Marinho, Técnico em Recreação e Cultura do SESC, será uma super festa que promete grandes surpresas, a começar pela decoração bem colorida e temática. Ainda segundo Marinho, é uma festa para toda família. "os quarentões que curtiram essa época, já trazem os filhos que são acostumados a ouvir pela influênica dos pais", comenta. Além de comemorar o dia do Comerciário, ainda tem o Halloween, o que sugere uma mistura bem divertida de cores e músicas. Para surpresa dos mais velhos, os jovens são presença garantida, como os universitários e até os mais jovens a partir dos 16 anos de idade, apesar de muitos não terem presenciado esses momentos, apenas ouvi-los por meio de seus pais.
Vem aí o 41° Festival de Cinema de Brasília Com a exibição de 238 filmes o festival espera a presença maciça do público candango.
Um dos principais festivais de cinema do Brasil acontecerá na capital da República do dia 18 a 25 de Novembro. É o 41° Festival de Cinema de Brasília que contatará com exibição da incrível marca de 238 filmes, sendo 28 longas e 129 curtas (35mm) e 81 filmes em 16mm. O valor do é três reais a meia e seis a inteira. Para Fernando Adolfo, organizador do festival, o evento durante a sua longa trajetória matem um perfil concebido pelos seus criadores, voltado para exibição de obras contundentes e de discussão estética e política, para Adolfo o público a cada ano comparece mais e prestigia e o grande destaque desse ano é a exibição dos filmes, todos inéditos no Brasil.
Novas categorias foram criadas nessa edição do festival, como o “Troféu Vagalume”, de inclusão sócio-cultural, que terá como jurados os deficientes visuais, que desde 2007, participam das sessões regulares da mostra competitiva do festival.
Mas para muito críticos o festival de Brasília esta perdendo o seu valor, diretores como Júlio Bessane e José Eduardo Belmonte lançaram seus filmes em outros festivais, optando em não participar do de Brasília. Para o Carlos Marcelo, editor executivo do Correio Braziliense, além dos nomes citados, outros também optaram, nos últimos anos, a deixar Brasília em segundo plano e optar por festivais de maior visibilidade, como o do Rio de Janeiro. “Não chega a prejudicar o evento, mas é um dado preocupante”. Para Fernando Adolfo, o Bressane concorreu o ano passado e foi premiadíssimo, preferiu não concorrer dois anos seguidos e também não quis concorrer na mostra competitiva do Festival do Rio.
Conhecido nacionalmente pela grande participação do público, agora é hora de espera mais um Festival de Cinema de Brasília.
PROGRAMAÇÃO Mostra Competitiva 35mm - 19 a 25 de novembro, Cine Brasília, com reprise no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e Embracine (CasaPark). Mostra Competitiva 16mm - 20 a 24 de novembro, às 15h, Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Mostra Filme Restaurado – Cine Brasília e Hotel Nacional Mostra Petrobras – SalaMartins Pena Festivalzinho - 19, 20, 21, 24 e 25 de novembro, Cine Brasília Mostra Revelando os Brasis – Sala Alberto Nepomuceno Mostra Curta Centro-Oeste – Cine Brasília III Seminário Locações Brasil: encontro com aproximadamente 30 representantes de films commissions nacionais. Seminários (Inscrições no festbrasilia@sc.df.gov.br. Informações: www.sc.df.gov.br e 3325-7777). Realização: Secretaria de Estado de Cultura do DF Valor do Ingresso: R$ 3 a meia e R$ 6 a inteira
Entrevista
Uma das principais categorias do festival, a Longas (35mm) terá a participação de seis filmes, sendo que apenas um foi produzido e dirigido por um brasiliense. Esse brasiliense é André Luis da Cunha, formado em cinema pela Universidade de Brasília, Cunha atua com diretor e fotógrafo na realização de documentário, e ficções em longa e curta-metragem. Recebeu o prêmio Fiesp de melhor fotografia do Cinema Paulista com o Longa-metragem "A Concepção" e no Festival de Brasília os Candangos de Melhor Diretor por "Áporo" e Melhor Fotografia por "Sinistro", "Outros" e " O Perfumado " , curtas em 35mm. No festival desse ano Cunha, concorrerá com filme Ñande Guarani (Nós Guarani), é sobre o filme e o festival, Cunha respondeu:
Sabemos da tradição do festival de cinema de brasília, você tem medo da crítica?
André Luis da Cunha - Por que deveria ter????? Ela morde?
Qual a mensagem que você quiz passar no seu filme?
André Luis da Cunha - Em alguns de meus filmes, os autorais, aqueles que escrevi o roteiro e fiz a direção, trabalho com a perspectiva de dar ao público um ponto de vista diferente do que é oferecido pela mídia em geral. Dia de Visita é um documentário sobre a questão carcerária sob o ponto de vista dos familiares e não dos presos ou dos "especialistas" - jornalistas e estudiosos, da questão carcerária. É um filme muito sensível, humano, que faz o espectador pensar de forma diferente a questão da violência urbana. Ñande Guarani é um filme sobe os índios Guarani, sua cultura milenária, seus problemas, seus desafios e suas perspectivas futuras. É um filme musical, por que os Guarani são excelentes músicos, comparo suas melodias às do folk inglês e americano, as vezes soa muito pop, e suas musicas são milenárias... Com este filme pretendo novamente apresentar uma nova possibilidade de encarar os povos indígenas, algo que a mídia também não nos permite ou possibilita. Espero que o filme aqueça o debate sobre a questão indígena, e que o debate passe a ser mais honesto e menos mesquinho com os povos indígenas.
Sendo o único filme de Brasília na categoria longa 35mm, Nós Guarani entra na disputa de melhor filme do festival?
André Luis da Cunha - Naturalmente, melhor filme pelo júri oficial e melhor filme pelo júri popular
Você teve dificuldade no orçamento do seu filme?
André Luis da Cunha - Filmamos com um orçamento bem modesto, e estamos trabalhando para pagar a finalização em 35mm, mas tudo vai dar certo poiis felizmente a Start Filmes e a Oikos agência de imagem, as duas empresas produtoras tem um histórico honesto, de muitas produções e por isso temos muito crédito no mercado cinematográfico, além de sermos muito queridos por aqueles que gerenciam as grandes empresas de cinema e seus funcionários. Existem algumas possibilidade de financiamentos para a finalização, além disso temos um apoio da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal, da Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento - AECID /Embaixada de Espanha e da Agência Brasileira de Cooperação - MRE. Garanto que os patrocinadores terão muito orgulho deste filme e sua repercussão será benéfica para suas empresas, tanto no quesito divulgação de marca quanto no quesito responsabilidade social. Empresas que investem em bons projetos tens suas marcas valorizadas junto aos seus consumidores e ao público em geral, está mais do que provado.
Na sua opinião, o festival de Brasília é o melhor do Brasil?
André Luis da Cunha - É o nosso Festival, posso parecer suspeito, comecei a fazer cinema em Brasília, moro aqui, acompanhei e acompanho o festival há anos, tenho uma forte ligação emocional com ele. Ou seja...ele é sem dúvida um dos mais importantes do país, com ou sem crise, foi o primeiro. No contexto nacional temos outros festivais importantes, com mais possibilidades comerciais para os filmes, mas politicamente o Festival de Brasília é imbatível, tem uma vocação para o debate acalorado, para a polêmica. Então a resposta é sim,é o festival mais importante para mim! Para você ter uma idéia, fiz este filme sem grandes pretensões e o meu objetivo era, desde o início, exibir o filme na Mostra Brasília, a mostra dos filmes da cidade, consolidada há anos através de uma proposta dos cineastas da cidade ao comitê organizador do Festival e também pela participação do público que lota as sessões e faz as maiores bilheterias de todo o festival, levando mais gente ao cinema do que a mostra competitiva nacional no horário nobre. A ironia de ser selecionado para a mostra principal é que pela programação do festival, e principalmente pela quantidade de filmes de Brasília, meu filme concorre ao prêmio de Melhor Filme de Brasília mas não poderá ser exibido na sessão da Mostra Brasília, uma pena...
O que mais te preocupa a análise do público ou dos críticos de cinema?
André Luis da Cunha - Isso não me preocupa, estou feliz com o filme e acredito que ele vai cumprir seu papel. Na verdade sempre há um desejo que as pessoas se toquem, pensem sobre o assunto, mas senti que cumpri o que pretendia quando fiz duas sessões de teste, uma para um grupo de estudantes universitários indígenas e outra para pessoas com diferentes formações e pouco conhecimento a respeito da real situação da questão indígena, o retorno me deu a sensação de dever cumprido. Desta forma, valeu fazer o filme e o que vier é lucro!!!
Tipo de Evento: Teatro Local: Sala Villa Lobos Endereço: Teatro Nacional Cláudio Santoro Telefone do Local: 61-3325-6256 / 3325-6161 De:21/11/2008a22/11/2008
Ingressos: Preço único: R$ 140,00. Meia entrada: Estudante, Clube VIP, Doadores de alimentos(R$ 70,00). Ponto de Venda: Na bilheteria do teatro.
Em apenas 18 anos o Moscow City Ballet virou uma das maiores companhias de ballet mais respeitadas do pais,ela foi fundada no ano de 1988 pelo coreógrafo Victor Smirmov Golovanov e ex-primeiro bailarino do Ballet Bolshoi, reconhecida pela sua perfeição técnica a companhia russa traz clássicos do balé para 11 cidades do Brasil.
Sendo considerado um dos maiores currículos de turnês por todo o mundo e toda a Rússia são mais de 2100 apresentações em todos os continentes incluindo paises como: Inglaterra,Portugal,China,etc.
A partir do dia 21 de outubro a companhia ira mostrar aos brasileiros quatro balés com repertórios completos,entre os principais estão: O quebra nozes,Romeu e Julieta ,etc.
Victor quer levar ao publico o mais amplo bale clássico especialmente ao publico jovem os que são da nova geração, apaixonados por balé.
Atividade Infantil A Livraria Cultura em parceria com o Espaço Arte apresenta atividade infantil com apresentações musicais de desenhos animados. O evento será apresentado pelos alunos do Espaço Arte, que são adolescentes e adultos que irão fazer interpretações dos temas musicais: Pokemon, Mulan, Pinóquio, Carros, Cavalo de Fogo e entre outros. O objetivo é criar uma sintonia das crianças com as músicas. O evento é para as crianças mas cabe ao adultos também. O evento é gratuito e será dia 02 de novembro, domingo, na Livraria Cultura da CasaPark Shopping Center, SGCV - Sul, Lote 22, Loja 4-A, Zona Industrial, Guará.
SENTA QUE LÁ VEM A ESTÓRIA! Grupo Era Uma Vez se apresenta na loja fnac.
Por Roberta Yasuiê
Cultura começa desde cedo. O grupo de contos Era Uma Vez, canta, dança e encanta não só crianças, mas públicos de todas as idades. O jeitinho diferente de contar estórias e contos da literatura brasileira foi desenvolvido pelo grupo, composto por cinco alunos de psicologia. A criação do grupo tem o objetivo de levar entretenimento e cultura aliando arte, brincadeiras e música ao desenvolvimento humano. As apresentações são sempre dinâmicas e divertidas, as crianças participam de forma descontraida cantando, dançando e até mesmo se fantasiando. Os contadores de estória do Era Uma Vez participam de vários eventos, se apresentam em escolas e levam sempre o mundo mágico da literatura por onde passam. Além dos contos, o Era Uma Vez também ofere cursos para aqueles que queiram aprender a contar e encantar contando estórias. A estudante do 4º semestre de psicologia, Vanessa Guilherme Lima, fala sobre o Era Uma Vez. "O grupo existe há quase dois anos.As crianças entram no mundo da fantasia, o que é muito importante para o desenvolvimento cognitivo, psicologico e emocional", explicou uma das integrantes do grupo. Para quem quiser conferir o mundo de contos e estórias do Era Uma Vez, pode participar das apresentações gratuitas que acontecem todos os sábados às 16h na loja Fnac do Parkshopping. Deixe sua imaginação te levar de forma envolvente aos contos e encantos dos contadores de estórias.
Confira: Conto do Conto local: Loja Fnac Parkshopping Horário: 16h Data: Todos os sábados de outubro Entrada: Gratuita
Atributo que proporcionou no dia 28 de outubro, a premiação da quarta edição da “Bienal Câmara em Idéias”, uma iniciativa da Câmara dos Deputados que busca estimular os servidores para contribuírem com o aprimoramento de suas atividades administrativas e legislativas.
Realizada no auditório Nereu Ramos, a solenidade teve início com o hino nacional, e para compor a mesa, foram chamados o Primeiro Secretário Deputado Osmar Serraglio, que destacou a preocupação da atual mesa em valorizar o servidor; Os diretores geral Sérgio Sampaio, Legislativo Afrísio de Sousa, que enfatizou os mais de 200 servidores que encaminharam seus projetos para o concurso interno; E de Recursos Humanos Flávio Pereira. Os dez autores de projetos selecionados só foram conhecidos ao final da solenidade e sete deles que não estavam no grupo dos três finalistas concorreram a um laptop, além de receberem cada, placa comemorativa, diploma e um MP4.
O momento mais esperado, fora a apresentação dos três finalistas. O terceiro colocado, Luiz Alberto Bustamante, recebeu como prêmio uma TV LCD de 40 polegadas. Com a ordem invertida, o Deputado Serraglio anunciou o primeiro colocado, “As mulheres estão com tudo”, referindo-se a servidora Cristiane Costa Caexeta de Figueiredo, com o projeto “Formação à distância em assessoria parlamentar", que recebeu como prêmio uma viagem de sete dias as Ilhas gregas com direito a acompanhante. Por fim coube ao Diretor geral da câmara, revelar o segundo colocado, que recebeu como prêmio a viagem de uma semana com direito a acompanhante, para Santiago do Chile.
Durante o coquetel ao som de Toccata Jazz Quartet, realizado ao término da solenidade, Caexeta explicou os objetivos de seu projeto e o dedicou a seu filho “apresentei meu projeto assim que voltei da licença maternidade e não tenho dúvidas de quem foi minha maior inspiração”, afirmou. Enquanto o Diretor Geral Sérgio Sampaio falava sobre as propostas apresentadas desde a primeira edição “todas as propostas apresentadas serviram para a criação de um banco de idéias, onde recorremos toda vez que precisamos sacar alguma boa idéia”.
NO COMANDO DO BLUES O bluesman Celso Salim é um guitarrista de Brasília e está entre os melhores do Brasil. Com o que sabe fazer de melhor, ele arraza nos palcos e faz o púbilco delirar com seus Slides,técnicas usadas na hora de tocar, que aliás, são o seu ponto fote. Cantor, compositor e produtor Celso que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues. Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele faz em média 18 shows por mês. "O mercado por lá é pequeno para os bluesmans mas como Sampa é grande acabamos por ter um bom público." Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó para assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Conta que o brasiliense já não compra tanto CD e acha caro pagar covert para ver um show. "Brasília melhorou muito para show, abriram muitas casas e o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem meu trabalho e saberem que sou brasiliense." Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas Cover por terem a certeza de um público garantido. Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar em: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King. Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista)e Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a Brasília para tocar, aproveitando para visitar a família e os amigos com quem sempre toca. Em 5 dias na cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania no Bol Shoy Pub. Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD, "Blues Bytes" com a participação de Dillo Daraújo, Rafael Cury e Beto Peres ex Natirut's, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Conta Celso com um sorriso de satisfação.
Essas semanas foram suuper corridas pra mim, e não tive como enviar a pauta para ser aprovada... Peço que considere a matéria, caso o assunto seja aprovado. Desde já, obrigada!
Nesta terça-feira, de 28, de outubro a 16 de dezembro, e nos próximos dias a capital federal vai virar palco dos mais variados estilos de musicais, abertura do evento fica por conta da Viola Caipira, que será a grande atração da sala Cássia Eller na Funarte.
Mercado Musical Paralelo é uma iniciativa da Fundação Nacional das Artes - FUNARTE, a intenção dos organizadores é incentivar Duplas sertanejas, Bandas de Rock, Grupos de Samba, Repentes e Rappers, que ainda não tem repercussão mercado.
Já no primeiro dia muita expectativa por parte dos organizadores, que de acordo com Cristina Sobreira responsável pelo o evento musical,... “é muito importante resgatar e mostrar a nossa capital federal a diversidade musical e apresentar ao público artistas com muito talento, mas que não são conhecidos”... A organização do evento espera um público de aproximadamente 150 pessoas.
A abertura do evento terá a apresentação de viola caipira no encontro das duplas Galvan & Galvãozinho e Aparício Ribeiro e Volmi Batista. Volmi Batista além de violeiro produz e apresenta o programa Violas & Violeiros, juntamente com o violeiro Aparício Ribeiro, na rádio Cultura FM – 100,9 de Brasília que foi ao ar pela primeira vez em 18 de março de 1996, é transmitido diariamente de Segunda a Sexta, de 06:00 às 07:00h.
A dupla de violeiros mostrou harmonia é interatividade com o público, cantando e contando e prosas e casos sertanejos, arrancando boas gargalhadas das pessoas ali presentes.
O auge do evento foi marcado, quando a dupla Aparício Ribeiro e Volmi Batista emocionou o público cantando a música Trem do Pantanal de composição de Almir Sater. No seu repertório além de suas composições, interpreta músicas de grandes nomes como Renato Teixeira, Almir Sater e Tião Carreiro.
Já a dupla Galvão e Galvazinho são bem conhecidos como os reis da catira, e declaram sua paixão pela moda de Viola e música sertaneja.
Na próxima terça-feira dia 04 de novembro a apresentação fica por conta do Rock, com Adriano Garrido e Banda e Rafael Cury e The Booze Brothers.
Para quem não viu vale à pena conferir, acesse o site www.funarte.gov.br, e conheça toda a programação.
Mercado Musical Paralelo
De: 28 de outubro a 16 de dezembro Horário: 20h Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação: Livre Sala Cássia Eller Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2 (atrás da Torre de TV). Informações: (61) 3322-2045 / 3322-2027 www.funarte.gov.br
Artista plástico chileno, Bororo, expõe na Caixa Cultural
Por Thiago Castro
Com muita personalidade, irreverência e um traço muito expressivo o artista plástico Carlos Maturana, o Bororo, invadi a Capital Federal trazendo suas obras cheias de abstracionismo, influências dos quadrinhos e grafites de rua. Segundo a arte-educadora Maria Célia a personalidade alegre de Bororo transparece em seus trabalhos, com esse traço mais simples que lembra a pintura rupestre empregado em suas obras, ele faz questionamentos sobre a sociedade. Surgido na cena artística do Chile em meados dos anos 80, Bororo, apareceu no momento do retorno da pintura ao seu posto de honra, isso aconteceu logo após seu óbito, que veio com o aparecimento da arte conceitual entre os anos 60 e 70. Bororo trouxe a reafirmação e a renovação da linguagem pictórica. A arte-educadora Maria Célia explica a importância das artes, baseada nas obras de Bororo ela ministra aulas praticas de pintura, com objetivo de estimular à criatividade e dar asas a imaginação de seus alunos. Recebendo diariamente turmas de crianças de escolas públicas e particulares, Maria Célia, tem a oportunidade de colocar em pratica seus ensinamentos. “A arte é algo que tem que ser aprendido e cultivado diariamente” diz a arte-educadora, em suas oficinas ela empresta um pouco da sua bagagem artística e mescla conteúdo e pratica para ensinar as crianças os conceitos que existem na obra de Bororo. Felicidade expressa em guache e cartolina, as crianças periciam brilhar durante a oficina, os alunos da Escola Classe 10 da Ceilândia norte entraram num êxtase criativo quando juntos pintaram uma obra de arte em conjunto. Para a aluna Kelly de Jesus isso deveria se repetir sempre “na sala a gente se desenho ou pinta as coisas com lápis de cor, nunca com tinta”. Assim como para Bororo foi importante ter uma educação artista para nossas crianças também é, concluí Maria Célia. Desde o dia 07 de outubro está em exposição na galeria Vitrine a mostra “Pinturas por Metro”, do artista plástico Chileno Carlos Maturana, o Bororo, com oficinas ministradas pela arte-educadora Maria Célia, a mostra busca não só fazer conhecer as obras de Bororo, mas também ensinar mais aos visitantes sobre as artes plásticas. Para os interessados por artes plásticas a mostra ficara em exposição na Caixa Cultural até 9 de novembro.
Serviço: Exposição- Pinturas por Metro, de Bororo Local: Caixa Cultural, Galeria Vitrine Visitação: 07 de outubro a 09 de novembro de 2008 Horário de visitação: diariamente, 9 ás 21h Agendamento de visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, de 9ás 18h, pelo telefone 3206-9448 Agendamento de Oficinas: 3206-9752 Endereço: SBS Q.4, Lt ¾, Térreo, anexo do edifício Matriz da Caixa Classificação Etária: livre Entrada: franca
Beleza, superação e força de vontade. Essas são algumas das palavras que descrevem não só a mensagem trazida pela exposição fotográfica “De peito aberto”, mas cada uma das 22 mulheres fotografadas. A luz amarelada, a disposição das fotos em preto e branco e as expressões, aliadas aos textos e depoimentos carregados de emoção, tornam o ambiente o cenário perfeito para registrar as lutas, perdas e vitórias de quem já precisou ouvir o diagnóstico do câncer. O caminho que se faz da primeira à última foto, revela, a cada palavra e a cada imagem, os momentos da descoberta, com suas perdas e sentimentos contraditórios, do processo de tratamento e todas as mudanças que ele provoca na vida do paciente, do apoio, com fotos tiradas com familiares e amigos, e por fim o momento da superação, da vitória sobre a doença. Em meio a tudo isso, a discussão em torno da perda dos símbolos femininos (seios, cabelos, libido e fertilidade) após o diagnóstico. O projeto, lançado em 2006, surgiu quando vários casos de câncer eram vividos de perto pelos autores, que há anos desenvolvem um trabalho cujo foco é voltado para a mulher e a auto-estima. Hugo Lenzi, fotógrafo e sociólogo, e sua esposa Vera Golik, jornalista e escritora, percorreram várias estados brasileiros, em busca de histórias de mulheres dispostas a expor suas experiências. Encontraram mulheres entre 24 e 70 anos, com origens, etnias e classes sociais diversas, mas com algo em comum: a vontade de viver. As sessões de fotos eram como uma terapia, onde Hugo fotografava e conversava com elas (de modo a deixá-las mais à vontade), e Vera as entrevistava. “Eu falei pra Vera: Vera! Não vai adiantar nada você fazer as entrevistas e depois eu fotografar porque em seguida você vai ter que mudar o texto de cada uma delas. A partir daí passamos a ir juntos nas sessões e os resultados foram muito bons! Elas falavam coisas que nunca haviam falado para ninguém ou que elas mesmas só se davam conta no momento em que me contavam. Nosso trabalho foi gratificante!” disse Hugo. As histórias são emocionantes, e revelam o quanto a mulher adquire força diante das doenças e dos riscos que ela traz. A psicóloga Mônica Galvão, fotografada na exposição, conta sobre sua experiência com o câncer: “Quando tive a doença, eu olhei pro meu corpo. Fiz um mergulho em mim mesma. Encarei o câncer de frente e pensei: O que esse câncer quer dizer para mim? Eu aprendi. Aprendi e levei isso para o meu trabalho.” Além do relato das histórias, a questão da conduta dos médicos é questionada e criticada pelos autores. Eles reclamam de médicos frios, que não vêem diante de si um ser humano, mas uma enfermidade a ser tratada. Apontam o sistema como responsável por essa realidade, e exaltam a relação interpessoal com cada um dos pacientes, levando em consideração as particularidades dos mesmos. Defendem a prática de uma medicina que veja não apenas a doença, mas o paciente. A doutora Luci Ishii, do Instituto Luci Ishii de Oncologia, afirma que a cura está intimamente ligada à busca da paz interior, que o médico deve incentivar do início ao fim. Temente a Deus, ela acredita que os pacientes devem ter consigo três sentimentos: o perdão (bem como o auto-perdão), a gratidão, e o amor. “O paciente deve ser tratado na mente, no corpo e no espírito. Não basta só a abordagem científica, é necessária a abordagem do ser. Do ser por completo, físico, psicológico e emocional que é.” afirma. A exposição tem um público variado, mas as mulheres são maioria, especialmente aquelas que viveram, ou ainda vivem os dramas de um câncer. Quando descobriu a doença, a funcionária pública Márcia Coelho se desesperou. Mas logo se deu conta de que tinha marido e uma filha de 10 anos para cuidar. Começou uma luta sofrida por sua vida. “Numa quimioterapia, a gente só pensa em sobreviver. A fêmea está dormindo. Junto com sua vaidade e sua sexualidade.” A respeito da exposição, Márcia é só elogios: “O olhar do fotógrafo para captar as emoções e as histórias de cada uma das pessoas é excepcional! Esse trabalho pautou muito a minha conduta. Agradeço a eles o dia em que acordaram e tiveram a idéia desse trabalho. Eles estão salvando vidas.” completa. A monitora da exposição, Joana Alves, diz que o que mais lhe chamou a atenção foi a forma como essas mulheres olharam o problema do câncer: “Elas aprenderam a não ver a doença como algo ruim, e tiveram forças para superar tudo.” Já o estudante Thiago Rodrigues, quando perguntado sobre o que achou da exposição, responde emocionado: “Sensacional! As fotos transmitiram o lado humano daquelas mulheres! E apesar de não ter nenhum caso de câncer na família, a exposição e a palestra me sensibilizaram e motivaram até mesmo a participar de associações ligadas a esse tipo de trabalho.” No mês nacional da conscientização sobre o câncer de mama, e diante da recorrência dos casos no Brasil (que cresce cada vez mais entre as mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele), o projeto é mais do que pertinente. Além da exposição fotográfica, a realização de palestras interativas foi essencial na construção de um projeto enriquecedor, não apenas do ponto de vista artístico, mas do ponto de vista social. Sônia Schuitek, gerente da Caixa Cultural em Brasília, satisfeita com os resultados obtidos até então, deu sua opinião a respeito da exposição: “A Presidente da Caixa viu a exposição em São Paulo e se interessou em trazê-la para Brasília. É muita lição de vida! Mesmo quem não tem a doença, ou casos entre conhecidos, sai emocionado. O apego à vida é muito trabalhado dentro dessa temática. E a receptividade ao projeto tem sido tão boa, que já existem pessoas interessadas em levá-lo para os Estados Unidos!” A exposição “De peito aberto” fica na Caixa Cultural, SBS Qd. 4 Lote 3e 4 – Zona 0, até o dia 30 de Novembro, com visitas abertas ao público de terça a domingo, das 9h às 21h. Informações e agendamento de visitas monitoradas: de terça-feira a sexta-feira, de 9h às 18h, pelo telefone 3206-9448.
A Livraria Cultura do CasaPark apresentou no dia 02/11, domingo, musicais de desenhos animados interpretados pelos alunos da aula de acanto do Espaço Arte da 207 Sul. A coordenadora e professora de música, Cristiane, disse que “o objetivo da atividade infantil é criar uma sintonia com as crianças e adultos, já que muitas delas deixam de ir a apresentações para ficarem na frente do computador.”. Os temas musicais muito conhecidos pelas telas do cinema como Pokemon, O Rei Leão, Pinóquio, Mulan entre outros musicais do cinema foram apresentados. A Platéia composta por crianças, se encantou com o figurino e a decoração do palco que mais parecia com um castelo. A alegria e a agitação das crianças eram a grande satisfação e alegria para os pais. A cada música havia uma grande empolgação e entusiasmo das crianças que se encantavam a cada apresentação. Após o termino da apresentação, várias crianças subiram ao palco e se sentiram como príncipes e princesas, algum cantavam, outros observavam a delicadeza de cada boneca. Renata, psicóloga, mãe de Bárbara de 4 anos disse “Adorei! Acho que tinha que ter mais apresentações assim para as crianças. Grande estímulo para a música.” Carlos Henrique, professor, pai de Rafaela, 5 anos, e de Paulo Henrique, 2 anos, disse “Foi de grande interesse. As crianças estão perdendo este lado da fase ‘criança’ para viver na frente da televisão para assistir a coisas banais.”. A Livraria Cultura pretende abrir mais espaço para apresentações infantis.
Labirinto Cromático uma exposição do ontem e do hoje
Por Pâmela Bouillet
De parabéns a Caixa Cultural Brasília que comemora neste ano seu 28º aniversário em funcionamento. Entre outras exposições a que se coloca em destaque até mesmo pelo período de comemoração é a exposição de obras do Acervo da Caixa, denominada Labirinto Cromático – O homem Brasileiro entre o Bucólico e a Velocidade do Contemporâneo que demonstra uma seleção de trinta obras escolhidas pelo artista plástico Wagner Hermusche, onde leva o visitante, entre eles estudantes de varias áreas do ensino, a interpretarem as pinturas, fotografias e textos que levam ao imaginário, numa viagem ao Brasil de outrora até o Brasil de nossos tempos. Ao visitar a exposição é notório o significado do titulo da mesma, ou seja, “Labirinto”, pela formatação do espaço físico e “Bucólico”, pela ordem das obras que apresentam figuras históricas com quadros confeccionados ainda nas décadas de 60, 70, 80,90 até no ano de 2001. Na opinião de alguns estudantes que estiveram nesta exposição, os quadros em formato de texto que leva o visitante a imaginar uma determinada cena é deveras interessante. Segundo Paulo Vidal, do quarto período em dramaturgia, da Escola Dulcina do Distrito Federal, disse que em um determinado quadro o imaginário dele levou ao tempo em que sua avó, Manuela, contava historinhas que o fazia dormir. Foi ótimo. Concluiu o estudante. Na verdade, na opinião de vários visitantes ouvidos pela nossa reportagem, Labirinto Cromático, levam as pessoas a invocarem do brasileiro algumas de suas celebrações tradicionais. , ou seja, sua própria cultura. Podemos imaginar a admissão, de que o Brasil é realmente um continente.
Local: Caixa Cultural - SBS, Qd. 3, Lt. 34 - Asa Sul - 3206-6456/9448/9449 Data: De terça a domingo, das 9h às 21h Preço inteira: Entrada Franca De: 13/08/2008 Até: 31/12/2008
É com muita pintura, bordados,música e gastronomia que a 26º A Arte do encontro e outras artes comemora seus 10 anos de existência.A idealizadora Renata De Sordi comenta que a exposição tem um clima muito famíliar ate porque quem esta com ela nesse projeto é a sua irma e Chef Joana De Sordi que traz um variado cardapio a atração.
Na exposição você encontra 40 expositores ,todos escolhidos a dedos como como Renata mesmo diz “Aqui estão reúnidos os melhores, tentei não priorizar somente Brasília .”referindo-se aos artistas que vieram de Góias,São Paulo e Belo Horizonte.
É claro que não podia faltar as tradicionais bonecas ,confeccionadas pela própria idealizadora, a feira muito atraente tem o compromisso de preservar o meio ambiente, e preocupada com a destruição do nosso planeta a exposição tem palestras relacionadas ao assunto, a idealizadora fala “temos que cuidar enquanto é tempo,se cada um fizer um pouquinho ja ajuda!E não basta só falar temos que agir!”afirma.Além de introduzir jogos educativos o projeto Fuxicando vai ensinar a transformar alguns materiais recicláveis como garrafas pet em peças de decoração e alguns brinquedos.
E no último dia para fechar a exposição todos os participantes poderam participar de um aula de yoga ministrada pelo Rafael Lins, totalmente gratuita.
A exposição ficará do dia 28 a 30/11 das 11h ás 22h, fica localizada na HSIN QL 14 CONJ.08 CS 23-LAGO NORTE.
Há Duzentos anos, no dia 22 de janeiro de 1808 aportava no Brasil à Família Real Portuguesa e com ela vinham nos 14 navios, muitos funcionários, obras de arte, dinheiro e outros bens de valor. No ano de 2008 se comemora dois séculos da chegada da Família Real ao Brasil, com eventos espalhados por todo o país, e Brasília será presenteada com uma exposição chamada “Relações Imperiais”. Essa exposição traz cartas trocadas entre quatro gerações da Família Real Portuguesa e a Imperial brasileira, desde Don João VI até a princesa Isabel, além de retratos e objetos. As cartas trazem assuntos como a educação dos príncipes, e as relações afetivas dos Reis, Imperadores e Príncipes. As cartas que são o ponto alto da exposição são do curador Luciano Cavalcante de Albuquerque, ele diz que a relevância das cartas foi comprovada quando foram usadas para fazer a biografia da D.Pedro I. Além de todo esse acervo de nossa história, a exposição ainda traz curiosidades como a criação de Caixa Econômica, nas palavras de D.Pedro II “Hei por bem autorizar a creação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro nesta corte, que se regerão pelos regulamentos, que com este baixam, propostos pela comissão encarregada de sua organisação”. A Caixa Econômica foi oficializada em 12 de janeiro 186, pelo decreto 2723. A exposição traz a riqueza d nossa história nesse bicentenário de chegada da família Imperial ao Brasil e sua importância, uma mostra cheia de detalhes, pedaços e uma parte importante da nossa construção. Está aberta a visitações populares na Galeria Vitrine, Caixa cultural até o dia 11 de janeiro d 2009, diariamente de 9h ás 21h.
Serviço: Data: 26/09 até 11/01/2009 Local: Galeria Vitrine Classificação: Livre Horário: Diariamente de 9hás 21h Entrada: Gratuita Visitas monitoradas (agendamento): de terça-feira a sexta-feira de 9hás 18h, pelo TEL- 32069448
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Vem aí o 41° Festival de Cinema de Brasília
Com a exibição de 238 filmes o festival espera a presença maciça do público candango.
Um dos principais festivais de cinema do Brasil acontecerá na capital da República do dia 18 a 25 de Novembro. É o 41° Festival de Cinema de Brasília que contatará com exibição da incrível marca de 238 filmes, sendo 28 longas e 129 curtas (35mm) e 81 filmes em 16mm. O valor do é três reais a meia e seis a inteira. Para Fernando Adolfo, organizador do festival, o evento durante a sua longa trajetória matem um perfil concebido pelos seus criadores, voltado para exibição de obras contundentes e de discussão estética e política, para Adolfo o público a cada ano comparece mais e prestigia e o grande destaque desse ano é a exibição dos filmes, todos inéditos no Brasil.
Novas categorias foram criadas nessa edição do festival, como o “Troféu Vagalume”, de inclusão sócio-cultural, que terá como jurados os deficientes visuais, que desde 2007, participam das sessões regulares da mostra competitiva do festival.
Uma das principais categorias do festival, a Longas (35mm) terá a participação de seis filmes, sendo que apenas um foi produzido e dirigido por um brasiliense. Esse brasiliense é André Luis da Cunha, formado em cinema pela Universidade de Brasília, Cunha atua com diretor e fotógrafo na realização de documentário, e ficções em longa e curta-metragem. Recebeu o prêmio Fiesp de melhor fotografia do Cinema Paulista com o Longa-metragem "A Concepção" e no Festival de Brasília os Candangos de Melhor Diretor por "Áporo" e Melhor Fotografia por "Sinistro", "Outros" e " O Perfumado " , curtas em 35mm. No festival desse ano Cunha, concorrerá com filme Ñande Guarani (Nós Guarani), é sobre o filme e o festival, Cunha respondeu:
Sabemos da tradição do festival de cinema de brasília, você tem medo da crítica?
André Luis da Cunha - Por que deveria ter????? Ela morde?
Qual a mensagem que você quiz passar no seu filme?
André Luis da Cunha - Em alguns de meus filmes, os autorais, aqueles que escrevi o roteiro e fiz a direção, trabalho com a perspectiva de dar ao público um ponto de vista
diferente do que é oferecido pela mídia em geral. Dia de Visita é um documentário sobre a questão carcerária sob o ponto de vista dos familiares e não dos presos ou dos "especialistas" - jornalistas e estudiosos, da questão carcerária. É um filme muito sensível, humano, que faz o espectador pensar de forma diferente a questão da violência urbana. Ñande Guarani é um filme sobe os índios Guarani, sua cultura milenária, seus problemas, seus desafios e suas perspectivas futuras. É um filme musical, por que os Guarani são excelentes músicos, comparo suas melodias às do folk inglês e americano, as vezes soa muito pop, e suas musicas são milenárias... Com este filme pretendo novamente apresentar uma nova possibilidade de encarar os povos indígenas, algo que a mídia também não nos permite ou possibilita. Espero que o filme aqueça o debate sobre a questão indígena, e que o debate passe a ser mais honesto e menos mesquinho com os povos indígenas. Parece muito estranho que grupos indígenas sejam considerados "ameaça ao território brasileiro" enquanto alguns fazendeiros, como o Quartieiro em Roraima, que possuem milícias armadas, que ameaçam com explosivos a Polícia Federal, e até mesmo explodir pontes não sejam considerados bandidos perigosos e terroristas, e principalmente, não estejam presos!
Sendo o único filme de Brasília na categoria longa 35mm, Nós Guarani entra na disputa de melhor filme do festival?
André Luis da Cunha - Naturalmente, melhor filme pelo júri oficial e melhor filme pelo júri popular
Você teve dificuldade no orçamento do seu filme?
André Luis da Cunha - Filmamos com um orçamento bem modesto, e estamos trabalhando para pagar a finalização em 35mm, mas tudo vai dar certo poiis felizmente a Start Filmes e a Oikos agência de imagem, as duas empresas produtoras tem um histórico honesto, de muitas produções e por isso temos muito crédito no mercado cinematográfico, além de sermos muito queridos por aqueles que gerenciam as grandes empresas de cinema e seus funcionários. Existem algumas possibilidade de financiamentos para a finalização, além disso temos um apoio da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal, da Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento - AECID /Embaixada de Espanha e da Agência Brasileira de Cooperação - MRE. Garanto que os patrocinadores terão muito orgulho deste filme e sua repercussão será benéfica para suas empresas, tanto no quesito divulgação de marca quanto no quesito responsabilidade social. Empresas que investem em bons projetos tens suas marcas valorizadas junto aos seus consumidores e ao público em geral, está mais do que provado.
Na sua opinião, o festival de Brasília é o melhor do Brasil?
André Luis da Cunha - É o nosso Festival, posso parecer suspeito, comecei a fazer cinema em Brasília, moro aqui, acompanhei e acompanho o festival há anos, tenho uma forte ligação emocional com ele. Ou seja...ele é sem dúvida um dos mais importantes do país, com ou sem crise, foi o primeiro. No contexto nacional temos outros festivais importantes, com mais possibilidades comerciais para os filmes, mas politicamente o Festival de Brasília é imbatível, tem uma vocação para o debate acalorado, para a polêmica. Então a resposta é sim,é o festival mais importante para mim! Para você ter uma idéia, fiz este filme sem grandes pretensões e o meu objetivo era, desde o início, exibir o filme na Mostra Brasília, a mostra dos filmes da cidade, consolidada há anos através de uma proposta dos cineastas da cidade ao comitê organizador do Festival e também pela participação do público que lota as sessões e faz as maiores bilheterias de todo o festival, levando mais gente ao cinema do que a mostra competitiva nacional no horário nobre. A ironia de ser selecionado para a mostra principal é que pela programação do festival, e principalmente pela quantidade de filmes de Brasília, meu filme concorre ao prêmio de Melhor Filme de Brasília mas não poderá ser exibido na sessão da Mostra Brasília, uma pena...
O que mais te preocupa a análise do público ou dos críticos de cinema?
André Luis da Cunha - Isso não me preocupa, estou feliz com o filme e acredito que ele vai cumprir seu papel. Na verdade sempre há um desejo que as pessoas se toquem, pensem sobre o assunto, mas senti que cumpri o que pretendia quando fiz duas sessões de teste, uma para um grupo de estudantes universitários indígenas e outra para pessoas com diferentes formações e pouco conhecimento a respeito da real situação da questão indígena, o retorno me deu a sensação de dever cumprido. Desta forma, valeu fazer o filme e o que vier é lucro!!!
Mas para muito críticos o festival de Brasília esta perdendo o seu valor, diretores como Júlio Bessane e José Eduardo Belmonte lançaram seus filmes em outros festivais, optando em não participar do de Brasília. Para o Carlos Marcelo, editor executivo do Correio Braziliense, além dos nomes citados, outros também optaram, nos últimos anos, a deixar Brasília em segundo plano e optar por festivais de maior visibilidade, como o do Rio de Janeiro. “Não chega a prejudicar o evento, mas é um dado preocupante”. Para Fernando Adolfo, o Bressane concorreu o ano passado e foi premiadíssimo, preferiu não concorrer dois anos seguidos e também não quis concorrer na mostra competitiva do Festival do Rio.
Conhecido nacionalmente pela grande participação do público, agora é hora de espera mais um Festival de Cinema de Brasília.
PROGRAMAÇÃO
Mostra Competitiva 35mm - 19 a 25 de novembro, Cine Brasília, com reprise no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e Embracine (CasaPark).
Mostra Competitiva 16mm - 20 a 24 de novembro, às 15h, Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro.
Mostra Filme Restaurado – Cine Brasília e Hotel Nacional
Mostra Petrobras – SalaMartins Pena
Festivalzinho - 19, 20, 21, 24 e 25 de novembro, Cine Brasília
Mostra Revelando os Brasis – Sala Alberto Nepomuceno
Mostra Curta Centro-Oeste – Cine Brasília
III Seminário Locações Brasil: encontro com aproximadamente 30 representantes de films commissions nacionais.
Seminários (Inscrições no festbrasilia@sc.df.gov.br. Informações: www.sc.df.gov.br e 3325-7777).
Realização: Secretaria de Estado de Cultura do DF
Valor do Ingresso: R$ 3 a meia e R$ 6 a inteira
NO COMANDO do BLUES
O cantor, compositor e produtor Celso Salim que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues.
Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele tem em média 18 shows por mês." o mercado por lá é pequeno mas como Sampa é grande muita gente gosta de Blues."
Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó pra assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Diz que aqui em Brasília o público já não compra tanto CD e acha caro pagar cover pra ver um show.Diz que aqui melhorou muito pra show, abriram muitas casas e que o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem seu trabalho e saberem que é nativo. Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas cover por terem a certeza de um público garantido.
Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar nos seus preferidos que são alguns deles: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King.
Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista),Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a brasólia para tocar, aproveitando para visitar a fampilia e os amigos com quem sempre toca. Em 5 cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania.
Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD "lues Bytes" com a participação de D'ilo de Araújo e Rafael Cury, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Beto Peres ex Natirut's também participou.
Por Renata Figueiredo
NO COMANDO DO BLUES
O cantor, compositor e produtor Celso Salim que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues.
Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele tem em média 18 shows por mês." O mercado por lá é pequeno mas como Sampa é grande muita gente gosta de Blues."
Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó pra assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Conta que aqui em Brasília o público já não compra tanto CD e acha caro pagar cover pra ver um show. Diz que aqui melhorou muito pra show, abriram muitas casas e que o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem seu trabalho e sabem que é nativo. Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas cover por terem a certeza de um público garantido.
Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar nos seus preferidos que são alguns deles: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King.
Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista)e Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a Brasília para tocar, aproveitando para visitar a família e os amigos com quem sempre toca. Em 5 dias cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania no Bol Shoy Pub.
Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD, "Blues Bytes" com a participação de D'ilo de Araújo, Rafael Cury e Beto Peres ex Natirut's, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Conta Celso com um sorriso de satisfação.
Por Renata Figueiredo
Mostra de Cinema Português
Tipo de Evento: Cinema
Local: Instituto Camões
Endereço: Embaixada de Portugal - SES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 02
Brasília
Telefone do Local: 3032-9600/3032-9634
De: 21/10/2008 a 30/11/2008
Entrada franca
Mostra de Cinema Português dedicada ao realizador Manoel de Oliveira que comemora, em 2008, o seu centenário.
Serão apresentados os filmes:
- Non ou a Vã Glória de Mandar (1990),
- Palavra e Utopia (2000),
- Porto da Minha Infância (2001),
- Princípio da Incerteza (2002) e
- Um Filme Falado (2003).
Mostra de cinema Português
A mostra de cinema vai passar por 3 cidades, Pirenópolis –GO, Belém-PA e Brasília.
Nélia Rodrigues
Festival Cara e Cultura Negra
Em comemoração ao dia da consciência negra, acontecerá entre os 5 e 20 de novembro, no Teatro Nacional Cláudio Santoro e na Praça Zumbi dos Palmares- CONIC, um festival de cultura Afro-brasileira.
Com entrada franca, nestes dias, haverá mostras fotográficas, shows, oficinas, exposições, desfile de moda, mostra educativa e circuito gastronômico, mostrando as principais marcas da cultura afro-brasileira.
“Com a consolidação do Cara e Cultura Negra o Brasil ganha mais um centro de referência da cultura Afro-Brasileira, assim como Salvador e Rio, firmando Brasília no cenário nacional”, afirma Flávia Portela, idealizadora do projeto.
Entre as apresentações musicais confirmadas, está o show do baiano Peu Meurray, ele apresentará a oficina Pneumático e a orquestra de Tambores de Pneu, criada pelo artista, que utiliza pneu de avião, carreta, trator, carro popular, fórmula 1 e kart retirados do lixo. Com o seu trabalho de reciclagem e música, criou uma banda de ritmos percussivos.
Outra novidade é a inscrição para oficina de percussão e campeonato de rimas do Cara e Cultura Negra 2008, é um espaço para a exploração sonora, que terá a oficina “Pneumática, Tambores de Pneus” que utilizarão pneus retirados do lixo, que serão aproveitados como tambores. Já o campeonato de rimas, batalha entre rappers e repentistas, terá premiação em dinheiro. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 30 de outubro. Basta mandar um e-mail: caraeculturanegra@gmail.com
Outra programação do evento é o desfile de moda e beleza da raça negra. Serão cinco dias de oficinas, apresentações e palestras, com o objetivo de valorizar a beleza negra. Será apresentada por profissionais da moda a diversidade de cores, texturas e particularidades do continente africano. Nas palestras mostrarão a história da moda afro-brasileira, desde a áfrica, seus grafismos, significados e estamparias. Visando mostrar valores estéticos, distantes da mídia, que não mostra a riqueza, a beleza e os costumes, dessa raça, que poderá ser apreciada no festival.
O Festival Cara e Cultura Negra foram idealizados pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Cidade, MARKA, e pela Prefeitura Comunitária do Setor de Diversões Sul. A produção será executada pela Griô Produções.
Programação:
Abertura Oficial
Mostra Educacional
Visitas Guiadas e Vídeos Educacionais
Mostra Internacional de Fotografia
Moda
Oficinas de Percussão
Gastronomia
Musica
Praça Zumbi dos Palmares - Setor de Diversões Sul
5 de novembro - 18h às 22h
Kanimando - desfile de moda e beleza negra - 19h
Balé folclórico da Bahia - 21h - sala Vila Lobos
6 a 15 de novembro - 10h às 20h
11 a 14 de novembro - 10h e 15h
4 a 15 de novembro - 10h às 20h
Kanimando - 1ª Semana da Moda e da Beleza Negra
Desfile - 5 de novembro - 19h
Palestra - Samuel Abrantes - 6 de novembro - 16h às 18h
Oficinas de penteados, acessórios e maquiagem
11 a 14 de novembro - 14h
Peu Meurrey
Babilak Bah - 11 e 12 de novembro
II Circuito da Gastronomia AFRICABRASIL - 5 a 20 de novembro
Apresentação do livro Gula d'áfrica
7 de novembro
19h - Máximo Mansur (DF)
19:30h - Cesar de Paula Sambeat (DF)
20h - Sérgio Magalhães (DF)
20:30h - Ellen Oléria (DF)
21h - Caiana dos Crioulos (PB)
22h - Marabaixo (AP)
08 de novembro
19h - Congo Nya (DF)
20h - Babilak Bah (BH)
21h - Peu Meurray (BA)
22h - Mamour Ba (Senegal)
23h - Petit Mamadi e Fanta Konatê (Guiné Bissau)
15 de novembro - 18h às 20h
Programação artística musical em parceria com o projeto TEIA
20 de novembro - Dia da Consciência Negra
18h - Discotecagem DJ Chokolaty
19h - Batalha de Rimas
19:30h - Peleja de Repente
20h - Peleja Rap e Repente
20:30h - Ataque Beliz
21h - Beto Brito
22h - Negra Li
Cara e Cultura negra
Ingrid
3° matutino
Quando o infinito particular inverte o discurso
por Nayara Young
Repressão. Expressão que alguns temiam, alguns exerciam, e outros mais ignoravam. A ditadura militar foi palco para a censura política, artística e ideológica. Eis que da vontade do diretor e dos atores em debater o ambiente hostil dos tempos de ferro surge o espetáculo “O 3º Lar”. Fruto de um projeto de desenvolvimento e experimentação nas artes cênicas, a peça traz o encontro de um jovem funcionário filho de general, um prisioneiro político e uma atriz durante o Regime Militar. No entanto o cerne da peça não está nas questões políticas da época, mas nas relações pessoais.
Dude, Tish e Nicolas. Um encontro delicado entre esses três jovens que carregam no peito a esperança de tempos melhores. Cada um com sua história, porém todos com o desejo comum pela fuga. A peça se passa em um depósito do Comando Militar. O ambiente decorado com caixas e jornais faz com que o espectador também seja parte do cenário. “Muito interessante o jogo feito pela equipe cenográfica. O ambiente nos remete à época. É um revival histórico do Brasil.” resume as impressões sobre cenário o estudante Leonardo após assistir a peça.
O diretor João Antônio de Lima Esteves, fundador do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UNB), tem propriedade para falar dessa época por ser um ex-ativista político. A convite dos atores, durante três meses conduziu a direção e contribuiu com o texto, escrito em conjunto com o elenco. “Fui ativista político, portanto, tenho certa vivência no assunto. Todos nós fomos reprimidos em algum momento da vida, mas, em O 3º lar, o lado político não é o principal, e, sim, as relações humanas nessas situações”, explica o diretor. O professor de interpretação, em parceria com Adeilton Guimarães, trabalha em novo projeto cênico. O novo espetáculo será sobre a história e a vida de Glauber Rocha. Um dos integrantes mais importantes do Cinema Novo, corrente artística iniciada no começo dos anos 60. Glauber que, para o poeta Ferreira Gullar “se consumiu em seu próprio fogo" dirigiu Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1968), ambos premiados no Festival de Cannes. A estréia da peça está prevista para o início de 2009.
Com poucos recursos cênicos, a interpretação é a chave de entrada para o espetáculo. O espaço onde ocorre a história ganha uma identidade, função, e se transforma no terceiro lar para essas pessoas.
”O 3º Lar” está em cartaz na sala Adolfo Celi no Casa D’Itália até o dia 02 de novembro. Com sessões toda sexta, sábado (às 21h) e domingo (às 20h). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Informações: 3244-3333
Elenco: Roberta Rangel, João Vitor Campos e Iuri Saraiva.
Diretor: João Antônio de Lima Esteves
Serviço:
Local: Sala Adolfo Celi - Casa DÍtália 208/9 Sul (Entrada pelo eixinho L) - -
Data: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Preço inteira: R$ 20
Preço meia: R$ 10
De: 17/10/2008
Até: 02/11/2008
Informações: 3244-3333
SAUDADE NÃO TEM IDADE
A vida pode ser resumida nas músicas. Os famosos anos 70, 80 e 90 trazem à tona um misto de sentimentos que foram perdidos ao longo dos tempos, sobretudo pelas gerações contemporâneas.
Os ritmos passados, apesar de parecer tão distantes, estão mais próximos e vivos que nunca. Isso porque é cada vez mais recorrente festas com músicas que marcaram época.
Para pessoas que curtem a saudade dos chamados "anos dourados", é um meio de reviver a adolescência quando havia na letra das músicas romantismo e ingenuidade.
São músicas que retomam memórias como se estivessem no momento passado, que influenciam na vida das pessoas e que o corpo é a maior expressão, sendo as palavras apenas o complemento de toda a euforia.
E o SESC, com projetos de lazer e cultura, vem oferecer para o público de todas as idades a tradicional Noite do Flash Back "BYE BYE 2008" em sua última edição de 2008. Uma noite dançante, envolvente, que promete grandes surpresas aos que vierem conferir.
Será no SESC de Taguatinga Sul, dia 31 de outrubro a partir das 22:30, com preços promorcionais de R$12,00 para o público em geral e estudantes, comerciários e deficientes pagam R$6,00. A compra do ingresso será na própria bilheteria do SESC e a idade mínima de 16 anos.
Todos os anos o SESC realiza essa festa que já é bem recebida pelo público de idades variadas. Durante o ano são oferecidas quatro edições sendo a primeira em Abril quando comemoram o aniversário da unidade, em Junho, Agosto e esta última em Outubro, o que já deixa saudades para os que prestigiam com assiduidade.
Com ritmos internacionais e nacionais, desde a década de 70, passando pela de 80 até chegar nos anos 90, os dj´s reservam uma noite para o público reviver seus melhores momentos, com músicas mecânicas passando por Michael Jackson, Madona até Capital Inicial.
Para Paulinho Marinho, Técnico em Recreação e Cultura do SESC, será uma super festa que promete grandes surpresas, a começar pela decoração bem colorida e temática. Ainda segundo Marinho, é uma festa para toda família. "os quarentões que curtiram essa época, já trazem os filhos que são acostumados a ouvir pela influênica dos pais", comenta.
Além de comemorar o dia do Comerciário, ainda tem o Halloween, o que sugere uma mistura bem divertida de cores e músicas.
Para surpresa dos mais velhos, os jovens são presença garantida, como os universitários e até os mais jovens a partir dos 16 anos de idade, apesar de muitos não terem presenciado esses momentos, apenas ouvi-los por meio de seus pais.
Vem aí o 41° Festival de Cinema de Brasília
Com a exibição de 238 filmes o festival espera a presença maciça do público candango.
Um dos principais festivais de cinema do Brasil acontecerá na capital da República do dia 18 a 25 de Novembro. É o 41° Festival de Cinema de Brasília que contatará com exibição da incrível marca de 238 filmes, sendo 28 longas e 129 curtas (35mm) e 81 filmes em 16mm. O valor do é três reais a meia e seis a inteira. Para Fernando Adolfo, organizador do festival, o evento durante a sua longa trajetória matem um perfil concebido pelos seus criadores, voltado para exibição de obras contundentes e de discussão estética e política, para Adolfo o público a cada ano comparece mais e prestigia e o grande destaque desse ano é a exibição dos filmes, todos inéditos no Brasil.
Novas categorias foram criadas nessa edição do festival, como o “Troféu Vagalume”, de inclusão sócio-cultural, que terá como jurados os deficientes visuais, que desde 2007, participam das sessões regulares da mostra competitiva do festival.
Mas para muito críticos o festival de Brasília esta perdendo o seu valor, diretores como Júlio Bessane e José Eduardo Belmonte lançaram seus filmes em outros festivais, optando em não participar do de Brasília. Para o Carlos Marcelo, editor executivo do Correio Braziliense, além dos nomes citados, outros também optaram, nos últimos anos, a deixar Brasília em segundo plano e optar por festivais de maior visibilidade, como o do Rio de Janeiro. “Não chega a prejudicar o evento, mas é um dado preocupante”. Para Fernando Adolfo, o Bressane concorreu o ano passado e foi premiadíssimo, preferiu não concorrer dois anos seguidos e também não quis concorrer na mostra competitiva do Festival do Rio.
Conhecido nacionalmente pela grande participação do público, agora é hora de espera mais um Festival de Cinema de Brasília.
PROGRAMAÇÃO
Mostra Competitiva 35mm - 19 a 25 de novembro, Cine Brasília, com reprise no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e Embracine (CasaPark).
Mostra Competitiva 16mm - 20 a 24 de novembro, às 15h, Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro.
Mostra Filme Restaurado – Cine Brasília e Hotel Nacional
Mostra Petrobras – SalaMartins Pena
Festivalzinho - 19, 20, 21, 24 e 25 de novembro, Cine Brasília
Mostra Revelando os Brasis – Sala Alberto Nepomuceno
Mostra Curta Centro-Oeste – Cine Brasília
III Seminário Locações Brasil: encontro com aproximadamente 30 representantes de films commissions nacionais.
Seminários (Inscrições no festbrasilia@sc.df.gov.br. Informações: www.sc.df.gov.br e 3325-7777).
Realização: Secretaria de Estado de Cultura do DF
Valor do Ingresso: R$ 3 a meia e R$ 6 a inteira
Entrevista
Uma das principais categorias do festival, a Longas (35mm) terá a participação de seis filmes, sendo que apenas um foi produzido e dirigido por um brasiliense. Esse brasiliense é André Luis da Cunha, formado em cinema pela Universidade de Brasília, Cunha atua com diretor e fotógrafo na realização de documentário, e ficções em longa e curta-metragem. Recebeu o prêmio Fiesp de melhor fotografia do Cinema Paulista com o Longa-metragem "A Concepção" e no Festival de Brasília os Candangos de Melhor Diretor por "Áporo" e Melhor Fotografia por "Sinistro", "Outros" e " O Perfumado " , curtas em 35mm. No festival desse ano Cunha, concorrerá com filme Ñande Guarani (Nós Guarani), é sobre o filme e o festival, Cunha respondeu:
Sabemos da tradição do festival de cinema de brasília, você tem medo da crítica?
André Luis da Cunha - Por que deveria ter????? Ela morde?
Qual a mensagem que você quiz passar no seu filme?
André Luis da Cunha - Em alguns de meus filmes, os autorais, aqueles que escrevi o roteiro e fiz a direção, trabalho com a perspectiva de dar ao público um ponto de vista diferente do que é oferecido pela mídia em geral. Dia de Visita é um documentário sobre a questão carcerária sob o ponto de vista dos familiares e não dos presos ou dos "especialistas" - jornalistas e estudiosos, da questão carcerária. É um filme muito sensível, humano, que faz o espectador pensar de forma diferente a questão da violência urbana. Ñande Guarani é um filme sobe os índios Guarani, sua cultura milenária, seus problemas, seus desafios e suas perspectivas futuras. É um filme musical, por que os Guarani são excelentes músicos, comparo suas melodias às do folk inglês e americano, as vezes soa muito pop, e suas musicas são milenárias... Com este filme pretendo novamente apresentar uma nova possibilidade de encarar os povos indígenas, algo que a mídia também não nos permite ou possibilita. Espero que o filme aqueça o debate sobre a questão indígena, e que o debate passe a ser mais honesto e menos mesquinho com os povos indígenas.
Sendo o único filme de Brasília na categoria longa 35mm, Nós Guarani entra na disputa de melhor filme do festival?
André Luis da Cunha - Naturalmente, melhor filme pelo júri oficial e melhor filme pelo júri popular
Você teve dificuldade no orçamento do seu filme?
André Luis da Cunha - Filmamos com um orçamento bem modesto, e estamos trabalhando para pagar a finalização em 35mm, mas tudo vai dar certo poiis felizmente a Start Filmes e a Oikos agência de imagem, as duas empresas produtoras tem um histórico honesto, de muitas produções e por isso temos muito crédito no mercado cinematográfico, além de sermos muito queridos por aqueles que gerenciam as grandes empresas de cinema e seus funcionários. Existem algumas possibilidade de financiamentos para a finalização, além disso temos um apoio da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal, da Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento - AECID /Embaixada de Espanha e da Agência Brasileira de Cooperação - MRE. Garanto que os patrocinadores terão muito orgulho deste filme e sua repercussão será benéfica para suas empresas, tanto no quesito divulgação de marca quanto no quesito responsabilidade social. Empresas que investem em bons projetos tens suas marcas valorizadas junto aos seus consumidores e ao público em geral, está mais do que provado.
Na sua opinião, o festival de Brasília é o melhor do Brasil?
André Luis da Cunha - É o nosso Festival, posso parecer suspeito, comecei a fazer cinema em Brasília, moro aqui, acompanhei e acompanho o festival há anos, tenho uma forte ligação emocional com ele. Ou seja...ele é sem dúvida um dos mais importantes do país, com ou sem crise, foi o primeiro. No contexto nacional temos outros festivais importantes, com mais possibilidades comerciais para os filmes, mas politicamente o Festival de Brasília é imbatível, tem uma vocação para o debate acalorado, para a polêmica. Então a resposta é sim,é o festival mais importante para mim! Para você ter uma idéia, fiz este filme sem grandes pretensões e o meu objetivo era, desde o início, exibir o filme na Mostra Brasília, a mostra dos filmes da cidade, consolidada há anos através de uma proposta dos cineastas da cidade ao comitê organizador do Festival e também pela participação do público que lota as sessões e faz as maiores bilheterias de todo o festival, levando mais gente ao cinema do que a mostra competitiva nacional no horário nobre. A ironia de ser selecionado para a mostra principal é que pela programação do festival, e principalmente pela quantidade de filmes de Brasília, meu filme concorre ao prêmio de Melhor Filme de Brasília mas não poderá ser exibido na sessão da Mostra Brasília, uma pena...
O que mais te preocupa a análise do público ou dos críticos de cinema?
André Luis da Cunha - Isso não me preocupa, estou feliz com o filme e acredito que ele vai cumprir seu papel. Na verdade sempre há um desejo que as pessoas se toquem, pensem sobre o assunto, mas senti que cumpri o que pretendia quando fiz duas sessões de teste, uma para um grupo de estudantes universitários indígenas e outra para pessoas com diferentes formações e pouco conhecimento a respeito da real situação da questão indígena, o retorno me deu a sensação de dever cumprido. Desta forma, valeu fazer o filme e o que vier é lucro!!!
Moscow City Ballet
Tipo de Evento: Teatro
Local: Sala Villa Lobos
Endereço: Teatro Nacional Cláudio Santoro
Telefone do Local: 61-3325-6256 / 3325-6161
De:21/11/2008a22/11/2008
Ingressos: Preço único: R$ 140,00. Meia entrada: Estudante, Clube VIP, Doadores de alimentos(R$ 70,00).
Ponto de Venda: Na bilheteria do teatro.
Em apenas 18 anos o Moscow City Ballet virou uma das maiores companhias de ballet mais respeitadas do pais,ela foi fundada no ano de 1988 pelo coreógrafo Victor Smirmov Golovanov e ex-primeiro bailarino do Ballet Bolshoi, reconhecida pela sua perfeição técnica a companhia russa traz clássicos do balé para 11 cidades do Brasil.
Sendo considerado um dos maiores currículos de turnês por todo o mundo e toda a Rússia são mais de 2100 apresentações em todos os continentes incluindo paises como: Inglaterra,Portugal,China,etc.
A partir do dia 21 de outubro a companhia ira mostrar aos brasileiros quatro balés com repertórios completos,entre os principais estão:
O quebra nozes,Romeu e Julieta ,etc.
Victor quer levar ao publico o mais amplo bale clássico especialmente ao publico jovem os que são da nova geração, apaixonados por balé.
Raquel F.
Atividade Infantil
A Livraria Cultura em parceria com o Espaço Arte apresenta atividade infantil com apresentações musicais de desenhos animados. O evento será apresentado pelos alunos do Espaço Arte, que são adolescentes e adultos que irão fazer interpretações dos temas musicais: Pokemon, Mulan, Pinóquio, Carros, Cavalo de Fogo e entre outros.
O objetivo é criar uma sintonia das crianças com as músicas. O evento é para as crianças mas cabe ao adultos também. O evento é gratuito e será dia 02 de novembro, domingo, na Livraria Cultura da CasaPark Shopping Center, SGCV - Sul, Lote 22, Loja 4-A, Zona Industrial, Guará.
Por Greyce Kelly Lopes
SENTA QUE LÁ VEM A ESTÓRIA!
Grupo Era Uma Vez se apresenta na loja fnac.
Por Roberta Yasuiê
Cultura começa desde cedo. O grupo de contos Era Uma Vez, canta, dança e encanta não só crianças, mas públicos de todas as idades. O jeitinho diferente de contar estórias e contos da literatura brasileira foi desenvolvido pelo grupo, composto por cinco alunos de psicologia.
A criação do grupo tem o objetivo de levar entretenimento e cultura aliando arte, brincadeiras e música ao desenvolvimento humano.
As apresentações são sempre dinâmicas e divertidas, as crianças participam de forma descontraida cantando, dançando e até mesmo se fantasiando.
Os contadores de estória do Era Uma Vez participam de vários eventos, se apresentam em escolas e levam sempre o mundo mágico da literatura por onde passam. Além dos contos, o Era Uma Vez também ofere cursos para aqueles que queiram aprender a contar e encantar contando estórias.
A estudante do 4º semestre de psicologia, Vanessa Guilherme Lima, fala sobre o Era Uma Vez. "O grupo existe há quase dois anos.As crianças entram no mundo da fantasia, o que é muito importante para o desenvolvimento cognitivo, psicologico e emocional", explicou uma das integrantes do grupo.
Para quem quiser conferir o mundo de contos e estórias do Era Uma Vez, pode participar das apresentações gratuitas que acontecem todos os sábados às 16h na loja Fnac do Parkshopping. Deixe sua imaginação te levar de forma envolvente aos contos e encantos dos contadores de estórias.
Confira:
Conto do Conto
local: Loja Fnac Parkshopping
Horário: 16h
Data: Todos os sábados de outubro
Entrada: Gratuita
QUANTO VALE UMA BOA IDÉIA?
Atributo que proporcionou no dia 28 de outubro, a premiação da quarta edição da “Bienal Câmara em Idéias”, uma iniciativa da Câmara dos Deputados que busca estimular os servidores para contribuírem com o aprimoramento de suas atividades administrativas e legislativas.
Realizada no auditório Nereu Ramos, a solenidade teve início com o hino nacional, e para compor a mesa, foram chamados o Primeiro Secretário Deputado Osmar Serraglio, que destacou a preocupação da atual mesa em valorizar o servidor; Os diretores geral Sérgio Sampaio, Legislativo Afrísio de Sousa, que enfatizou os mais de 200 servidores que encaminharam seus projetos para o concurso interno; E de Recursos Humanos Flávio Pereira. Os dez autores de projetos selecionados só foram conhecidos ao final da solenidade e sete deles que não estavam no grupo dos três finalistas concorreram a um laptop, além de receberem cada, placa comemorativa, diploma e um
MP4.
O momento mais esperado, fora a apresentação dos três finalistas. O terceiro colocado, Luiz Alberto Bustamante, recebeu como prêmio uma TV LCD de 40 polegadas. Com a ordem invertida, o Deputado Serraglio anunciou o primeiro colocado, “As mulheres estão com tudo”, referindo-se a servidora Cristiane Costa Caexeta de Figueiredo, com o projeto “Formação à distância em assessoria parlamentar", que recebeu como prêmio uma viagem de sete dias as Ilhas gregas com direito a acompanhante. Por fim coube ao Diretor geral da câmara, revelar o segundo colocado, que recebeu como prêmio a viagem de uma semana com direito a acompanhante, para Santiago do Chile.
Durante o coquetel ao som de Toccata Jazz Quartet, realizado ao término da solenidade, Caexeta explicou os objetivos de seu projeto e o dedicou a seu filho “apresentei meu projeto assim que voltei da licença maternidade e não tenho dúvidas de quem foi minha maior inspiração”, afirmou. Enquanto o Diretor Geral Sérgio Sampaio falava sobre as propostas apresentadas desde a primeira edição “todas as propostas apresentadas serviram para a criação de um banco de idéias, onde recorremos toda vez que precisamos sacar alguma boa idéia”.
NO COMANDO DO BLUES
O bluesman Celso Salim é um guitarrista de Brasília e está entre os melhores do Brasil. Com o que sabe fazer de melhor, ele arraza nos palcos e faz o púbilco delirar com seus Slides,técnicas usadas na hora de tocar, que aliás, são o seu ponto fote.
Cantor, compositor e produtor Celso que nasceu na capital do país conta um pouco da sua tragetória pelo mundo do Blues.
Morando atualmente em São Paulo ele diz que no início foi difícil, porém hoje em dia ele faz em média 18 shows por mês. "O mercado por lá é pequeno para os bluesmans mas como Sampa é grande acabamos por ter um bom público."
Ele conta que o SESI e SESC promovem muitos eventos e que toca em muitos deles. "O público de lá paga sem dó para assistir a um show e compra CD original. Essa é uma das características do público de São Paulo." Conta que o brasiliense já não compra tanto CD e acha caro pagar covert para ver um show. "Brasília melhorou muito para show, abriram muitas casas e o público é muito caloroso e receptivo por já conhecerem meu trabalho e saberem que sou brasiliense." Mas a maioria dos donos de estabelecimentos ainda prefere as bandas Cover por terem a certeza de um público garantido.
Celso conta ainda que adora tocar aqui e em São Paulo também pois tem a mesma receptividade nos dois públicos. Porém está em fase de conquista dos paulistanos. Estudioso do Blues ele diz se inspirar em: Robert Jonhson, Muddy Waters e BB King.
Em São Paulo nunca toca sozinho, está sempre com Ari Borger (pianista)e Sérgio Duarte (gaitista), artistas da cidade. Tocam 5 vezes na semana. Está sempre vindo a Brasília para tocar, aproveitando para visitar a família e os amigos com quem sempre toca.
Em 5 dias na cidade tocou no Gates Pub dia 17/10 e 18/10 em Goiania no Bol Shoy Pub.
Em seu show no gates ele tocou as músicas do seu último CD, "Blues Bytes" com a participação de Dillo Daraújo, Rafael Cury e Beto Peres ex Natirut's, artistas da cidade. " O show foi um dos melhores aqui pois a casa tava cheia. Foi exelente." Conta Celso com um sorriso de satisfação.
Por Renata Figueiredo
Professooor..
Essas semanas foram suuper corridas pra mim, e não tive como enviar a pauta para ser aprovada... Peço que considere a matéria, caso o assunto seja aprovado. Desde já, obrigada!
Capital Federal palco da Viola Caipira.
Mercado Musical Paralelo
Nesta terça-feira, de 28, de outubro a 16 de dezembro, e nos próximos dias a capital federal vai virar palco dos mais variados estilos de musicais, abertura do evento fica por conta da Viola Caipira, que será a grande atração da sala Cássia Eller na Funarte.
Mercado Musical Paralelo é uma iniciativa da Fundação Nacional das Artes - FUNARTE, a intenção dos organizadores é incentivar Duplas sertanejas, Bandas de Rock, Grupos de Samba, Repentes e Rappers, que ainda não tem repercussão mercado.
Já no primeiro dia muita expectativa por parte dos organizadores, que de acordo com Cristina Sobreira responsável pelo o evento musical,... “é muito importante resgatar e mostrar a nossa capital federal a diversidade musical e apresentar ao público artistas com muito talento, mas que não são conhecidos”... A organização do evento espera um público de aproximadamente 150 pessoas.
A abertura do evento terá a apresentação de viola caipira no encontro das duplas Galvan & Galvãozinho e Aparício Ribeiro e Volmi Batista.
Volmi Batista além de violeiro produz e apresenta o programa Violas & Violeiros, juntamente com o violeiro Aparício Ribeiro, na rádio Cultura FM – 100,9 de Brasília que foi ao ar pela primeira vez em 18 de março de 1996, é transmitido diariamente de Segunda a Sexta, de 06:00 às 07:00h.
A dupla de violeiros mostrou harmonia é interatividade com o público, cantando e contando e prosas e casos sertanejos, arrancando boas gargalhadas das pessoas ali presentes.
O auge do evento foi marcado, quando a dupla Aparício Ribeiro e Volmi Batista emocionou o público cantando a música Trem do Pantanal de composição de Almir Sater.
No seu repertório além de suas composições, interpreta músicas de grandes nomes como Renato Teixeira, Almir Sater e Tião Carreiro.
Já a dupla Galvão e Galvazinho são bem conhecidos como os reis da catira, e declaram sua paixão pela moda de Viola e música sertaneja.
Na próxima terça-feira dia 04 de novembro a apresentação fica por conta do Rock, com Adriano Garrido e Banda e Rafael Cury e The Booze Brothers.
Para quem não viu vale à pena conferir, acesse o site www.funarte.gov.br, e conheça toda a programação.
Mercado Musical Paralelo
De: 28 de outubro a 16 de dezembro
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Classificação: Livre
Sala Cássia Eller
Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2 (atrás da Torre de TV).
Informações: (61) 3322-2045 / 3322-2027
www.funarte.gov.br
Nélia Rodrigues
Bororo, uma obra de vida
Artista plástico chileno, Bororo, expõe na Caixa Cultural
Por Thiago Castro
Com muita personalidade, irreverência e um traço muito expressivo o artista plástico Carlos Maturana, o Bororo, invadi a Capital Federal trazendo suas obras cheias de abstracionismo, influências dos quadrinhos e grafites de rua. Segundo a arte-educadora Maria Célia a personalidade alegre de Bororo transparece em seus trabalhos, com esse traço mais simples que lembra a pintura rupestre empregado em suas obras, ele faz questionamentos sobre a sociedade.
Surgido na cena artística do Chile em meados dos anos 80, Bororo, apareceu no momento do retorno da pintura ao seu posto de honra, isso aconteceu logo após seu óbito, que veio com o aparecimento da arte conceitual entre os anos 60 e 70. Bororo trouxe a reafirmação e a renovação da linguagem pictórica.
A arte-educadora Maria Célia explica a importância das artes, baseada nas obras de Bororo ela ministra aulas praticas de pintura, com objetivo de estimular à criatividade e dar asas a imaginação de seus alunos. Recebendo diariamente turmas de crianças de escolas públicas e particulares, Maria Célia, tem a oportunidade de colocar em pratica seus ensinamentos.
“A arte é algo que tem que ser aprendido e cultivado diariamente” diz a arte-educadora, em suas oficinas ela empresta um pouco da sua bagagem artística e mescla conteúdo e pratica para ensinar as crianças os conceitos que existem na obra de Bororo.
Felicidade expressa em guache e cartolina, as crianças periciam brilhar durante a oficina, os alunos da Escola Classe 10 da Ceilândia norte entraram num êxtase criativo quando juntos pintaram uma obra de arte em conjunto. Para a aluna Kelly de Jesus isso deveria se repetir sempre “na sala a gente se desenho ou pinta as coisas com lápis de cor, nunca com tinta”. Assim como para Bororo foi importante ter uma educação artista para nossas crianças também é, concluí Maria Célia.
Desde o dia 07 de outubro está em exposição na galeria Vitrine a mostra “Pinturas por Metro”, do artista plástico Chileno Carlos Maturana, o Bororo, com oficinas ministradas pela arte-educadora Maria Célia, a mostra busca não só fazer conhecer as obras de Bororo, mas também ensinar mais aos visitantes sobre as artes plásticas. Para os interessados por artes plásticas a mostra ficara em exposição na Caixa Cultural até 9 de novembro.
Serviço:
Exposição- Pinturas por Metro, de Bororo
Local: Caixa Cultural, Galeria Vitrine
Visitação: 07 de outubro a 09 de novembro de 2008
Horário de visitação: diariamente, 9 ás 21h
Agendamento de visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, de 9ás 18h, pelo telefone 3206-9448
Agendamento de Oficinas: 3206-9752
Endereço: SBS Q.4, Lt ¾, Térreo, anexo do edifício Matriz da Caixa
Classificação Etária: livre
Entrada: franca
Muito além da arte
Beleza, superação e força de vontade. Essas são algumas das palavras que descrevem não só a mensagem trazida pela exposição fotográfica “De peito aberto”, mas cada uma das 22 mulheres fotografadas. A luz amarelada, a disposição das fotos em preto e branco e as expressões, aliadas aos textos e depoimentos carregados de emoção, tornam o ambiente o cenário perfeito para registrar as lutas, perdas e vitórias de quem já precisou ouvir o diagnóstico do câncer. O caminho que se faz da primeira à última foto, revela, a cada palavra e a cada imagem, os momentos da descoberta, com suas perdas e sentimentos contraditórios, do processo de tratamento e todas as mudanças que ele provoca na vida do paciente, do apoio, com fotos tiradas com familiares e amigos, e por fim o momento da superação, da vitória sobre a doença. Em meio a tudo isso, a discussão em torno da perda dos símbolos femininos (seios, cabelos, libido e fertilidade) após o diagnóstico.
O projeto, lançado em 2006, surgiu quando vários casos de câncer eram vividos de perto pelos autores, que há anos desenvolvem um trabalho cujo foco é voltado para a mulher e a auto-estima. Hugo Lenzi, fotógrafo e sociólogo, e sua esposa Vera Golik, jornalista e escritora, percorreram várias estados brasileiros, em busca de histórias de mulheres dispostas a expor suas experiências. Encontraram mulheres entre 24 e 70 anos, com origens, etnias e classes sociais diversas, mas com algo em comum: a vontade de viver. As sessões de fotos eram como uma terapia, onde Hugo fotografava e conversava com elas (de modo a deixá-las mais à vontade), e Vera as entrevistava. “Eu falei pra Vera: Vera! Não vai adiantar nada você fazer as entrevistas e depois eu fotografar porque em seguida você vai ter que mudar o texto de cada uma delas. A partir daí passamos a ir juntos nas sessões e os resultados foram muito bons! Elas falavam coisas que nunca haviam falado para ninguém ou que elas mesmas só se davam conta no momento em que me contavam. Nosso trabalho foi gratificante!” disse Hugo.
As histórias são emocionantes, e revelam o quanto a mulher adquire força diante das doenças e dos riscos que ela traz. A psicóloga Mônica Galvão, fotografada na exposição, conta sobre sua experiência com o câncer: “Quando tive a doença, eu olhei pro meu corpo. Fiz um mergulho em mim mesma. Encarei o câncer de frente e pensei: O que esse câncer quer dizer para mim? Eu aprendi. Aprendi e levei isso para o meu trabalho.”
Além do relato das histórias, a questão da conduta dos médicos é questionada e criticada pelos autores. Eles reclamam de médicos frios, que não vêem diante de si um ser humano, mas uma enfermidade a ser tratada. Apontam o sistema como responsável por essa realidade, e exaltam a relação interpessoal com cada um dos pacientes, levando em consideração as particularidades dos mesmos. Defendem a prática de uma medicina que veja não apenas a doença, mas o paciente. A doutora Luci Ishii, do Instituto Luci Ishii de Oncologia, afirma que a cura está intimamente ligada à busca da paz interior, que o médico deve incentivar do início ao fim. Temente a Deus, ela acredita que os pacientes devem ter consigo três sentimentos: o perdão (bem como o auto-perdão), a gratidão, e o amor. “O paciente deve ser tratado na mente, no corpo e no espírito. Não basta só a abordagem científica, é necessária a abordagem do ser. Do ser por completo, físico, psicológico e emocional que é.” afirma.
A exposição tem um público variado, mas as mulheres são maioria, especialmente aquelas que viveram, ou ainda vivem os dramas de um câncer. Quando descobriu a doença, a funcionária pública Márcia Coelho se desesperou. Mas logo se deu conta de que tinha marido e uma filha de 10 anos para cuidar. Começou uma luta sofrida por sua vida. “Numa quimioterapia, a gente só pensa em sobreviver. A fêmea está dormindo. Junto com sua vaidade e sua sexualidade.” A respeito da exposição, Márcia é só elogios: “O olhar do fotógrafo para captar as emoções e as histórias de cada uma das pessoas é excepcional! Esse trabalho pautou muito a minha conduta. Agradeço a eles o dia em que acordaram e tiveram a idéia desse trabalho. Eles estão salvando vidas.” completa. A monitora da exposição, Joana Alves, diz que o que mais lhe chamou a atenção foi a forma como essas mulheres olharam o problema do câncer: “Elas aprenderam a não ver a doença como algo ruim, e tiveram forças para superar tudo.” Já o estudante Thiago Rodrigues, quando perguntado sobre o que achou da exposição, responde emocionado: “Sensacional! As fotos transmitiram o lado humano daquelas mulheres! E apesar de não ter nenhum caso de câncer na família, a exposição e a palestra me sensibilizaram e motivaram até mesmo a participar de associações ligadas a esse tipo de trabalho.”
No mês nacional da conscientização sobre o câncer de mama, e diante da recorrência dos casos no Brasil (que cresce cada vez mais entre as mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele), o projeto é mais do que pertinente. Além da exposição fotográfica, a realização de palestras interativas foi essencial na construção de um projeto enriquecedor, não apenas do ponto de vista artístico, mas do ponto de vista social. Sônia Schuitek, gerente da Caixa Cultural em Brasília, satisfeita com os resultados obtidos até então, deu sua opinião a respeito da exposição: “A Presidente da Caixa viu a exposição em São Paulo e se interessou em trazê-la para Brasília. É muita lição de vida! Mesmo quem não tem a doença, ou casos entre conhecidos, sai emocionado. O apego à vida é muito trabalhado dentro dessa temática. E a receptividade ao projeto tem sido tão boa, que já existem pessoas interessadas em levá-lo para os Estados Unidos!”
A exposição “De peito aberto” fica na Caixa Cultural, SBS Qd. 4 Lote 3e 4 – Zona 0, até o dia 30 de Novembro, com visitas abertas ao público de terça a domingo, das 9h às 21h. Informações e agendamento de visitas monitoradas: de terça-feira a sexta-feira, de 9h às 18h, pelo telefone 3206-9448.
A Livraria Cultura do CasaPark apresentou no dia 02/11, domingo, musicais de desenhos animados interpretados pelos alunos da aula de acanto do Espaço Arte da 207 Sul. A coordenadora e professora de música, Cristiane, disse que “o objetivo da atividade infantil é criar uma sintonia com as crianças e adultos, já que muitas delas deixam de ir a apresentações para ficarem na frente do computador.”.
Os temas musicais muito conhecidos pelas telas do cinema como Pokemon, O Rei Leão, Pinóquio, Mulan entre outros musicais do cinema foram apresentados. A Platéia composta por crianças, se encantou com o figurino e a decoração do palco que mais parecia com um castelo. A alegria e a agitação das crianças eram a grande satisfação e alegria para os pais. A cada música havia uma grande empolgação e entusiasmo das crianças que se encantavam a cada apresentação.
Após o termino da apresentação, várias crianças subiram ao palco e se sentiram como príncipes e princesas, algum cantavam, outros observavam a delicadeza de cada boneca.
Renata, psicóloga, mãe de Bárbara de 4 anos disse “Adorei! Acho que tinha que ter mais apresentações assim para as crianças. Grande estímulo para a música.” Carlos Henrique, professor, pai de Rafaela, 5 anos, e de Paulo Henrique, 2 anos, disse “Foi de grande interesse. As crianças estão perdendo este lado da fase ‘criança’ para viver na frente da televisão para assistir a coisas banais.”.
A Livraria Cultura pretende abrir mais espaço para apresentações infantis.
Por Greyce Kelly
Labirinto Cromático uma exposição do ontem e do hoje
Por Pâmela Bouillet
De parabéns a Caixa Cultural Brasília que comemora neste ano seu 28º aniversário em funcionamento. Entre outras exposições a que se coloca em destaque até mesmo pelo período de comemoração é a exposição de obras do Acervo da Caixa, denominada Labirinto Cromático – O homem Brasileiro entre o Bucólico e a Velocidade do Contemporâneo que demonstra uma seleção de trinta obras escolhidas pelo artista plástico Wagner Hermusche, onde leva o visitante, entre eles estudantes de varias áreas do ensino, a interpretarem as pinturas, fotografias e textos que levam ao imaginário, numa viagem ao Brasil de outrora até o Brasil de nossos tempos.
Ao visitar a exposição é notório o significado do titulo da mesma, ou seja, “Labirinto”, pela formatação do espaço físico e “Bucólico”, pela ordem das obras que apresentam figuras históricas com quadros confeccionados ainda nas décadas de 60, 70, 80,90 até no ano de 2001.
Na opinião de alguns estudantes que estiveram nesta exposição, os quadros em formato de texto que leva o visitante a imaginar uma determinada cena é deveras interessante. Segundo Paulo Vidal, do quarto período em dramaturgia, da Escola Dulcina do Distrito Federal, disse que em um determinado quadro o imaginário dele levou ao tempo em que sua avó, Manuela, contava historinhas que o fazia dormir. Foi ótimo. Concluiu o estudante.
Na verdade, na opinião de vários visitantes ouvidos pela nossa reportagem, Labirinto Cromático, levam as pessoas a invocarem do brasileiro algumas de suas celebrações tradicionais. , ou seja, sua própria cultura.
Podemos imaginar a admissão, de que o Brasil é realmente um continente.
Local: Caixa Cultural - SBS, Qd. 3, Lt. 34 - Asa Sul - 3206-6456/9448/9449
Data: De terça a domingo, das 9h às 21h
Preço inteira: Entrada Franca
De: 13/08/2008
Até: 31/12/2008
A Arte do encontro e outras artes
É com muita pintura, bordados,música e gastronomia que a 26º A Arte do encontro e outras artes comemora seus 10 anos de existência.A idealizadora Renata De Sordi comenta que a exposição tem um clima muito famíliar ate porque quem esta com ela nesse projeto é a sua irma e Chef Joana De Sordi que traz um variado cardapio a atração.
Na exposição você encontra 40 expositores ,todos escolhidos a dedos como como Renata mesmo diz “Aqui estão reúnidos os melhores, tentei não priorizar somente Brasília .”referindo-se aos artistas que vieram de Góias,São Paulo e Belo Horizonte.
É claro que não podia faltar as tradicionais bonecas ,confeccionadas pela própria idealizadora, a feira muito atraente tem o compromisso de preservar o meio ambiente, e preocupada com a destruição do nosso planeta a exposição tem palestras relacionadas ao assunto, a idealizadora fala “temos que cuidar enquanto é tempo,se cada um fizer um pouquinho ja ajuda!E não basta só falar temos que agir!”afirma.Além de introduzir jogos educativos o projeto Fuxicando vai ensinar a transformar alguns materiais recicláveis como garrafas pet em peças de decoração e alguns brinquedos.
E no último dia para fechar a exposição todos os participantes poderam participar de um aula de yoga ministrada pelo Rafael Lins, totalmente gratuita.
A exposição ficará do dia 28 a 30/11 das 11h ás 22h, fica localizada na HSIN QL 14 CONJ.08 CS 23-LAGO NORTE.
Entrada gratuita.
ALUNA:RAQUEL DA F. MATHIAS
Relações Imperiais
Por:Thiago Castro
Há Duzentos anos, no dia 22 de janeiro de 1808 aportava no Brasil à Família Real Portuguesa e com ela vinham nos 14 navios, muitos funcionários, obras de arte, dinheiro e outros bens de valor.
No ano de 2008 se comemora dois séculos da chegada da Família Real ao Brasil, com eventos espalhados por todo o país, e Brasília será presenteada com uma exposição chamada “Relações Imperiais”.
Essa exposição traz cartas trocadas entre quatro gerações da Família Real Portuguesa e a Imperial brasileira, desde Don João VI até a princesa Isabel, além de retratos e objetos.
As cartas trazem assuntos como a educação dos príncipes, e as relações afetivas dos Reis, Imperadores e Príncipes. As cartas que são o ponto alto da exposição são do curador Luciano Cavalcante de Albuquerque, ele diz que a relevância das cartas foi comprovada quando foram usadas para fazer a biografia da D.Pedro I.
Além de todo esse acervo de nossa história, a exposição ainda traz curiosidades como a criação de Caixa Econômica, nas palavras de D.Pedro II “Hei por bem autorizar a creação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro nesta corte, que se regerão pelos regulamentos, que com este baixam, propostos pela comissão encarregada de sua organisação”. A Caixa Econômica foi oficializada em 12 de janeiro 186, pelo decreto 2723.
A exposição traz a riqueza d nossa história nesse bicentenário de chegada da família Imperial ao Brasil e sua importância, uma mostra cheia de detalhes, pedaços e uma parte importante da nossa construção.
Está aberta a visitações populares na Galeria Vitrine, Caixa cultural até o dia 11 de janeiro d 2009, diariamente de 9h ás 21h.
Serviço:
Data: 26/09 até 11/01/2009
Local: Galeria Vitrine
Classificação: Livre
Horário: Diariamente de 9hás 21h
Entrada: Gratuita
Visitas monitoradas (agendamento): de terça-feira a sexta-feira de 9hás 18h, pelo TEL- 32069448
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