Postem aqui as matérias revisadas. E não se esqueçam de levar pelo menos 2 pautas nesta quitna para a nossa reunião.
See ya!!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Blog da disciplina Jornalismo Especializado: Esportes, Cultura e Variedades da faculdade Unicesp. E-mail: henrique.froes@gmail.com
7 comentários:
Muito além da arte
Beleza, superação e força de vontade. Essas são algumas das palavras que descrevem não só a mensagem trazida pela exposição fotográfica “De peito aberto”, mas cada uma das 22 mulheres fotografadas. A luz amarelada, a disposição das fotos em preto e branco e as expressões, aliadas aos textos e depoimentos carregados de emoção, tornam o ambiente o cenário perfeito para registrar as lutas, perdas e vitórias de quem já precisou ouvir o diagnóstico do câncer. O caminho que se faz da primeira à última foto, revela, a cada palavra e a cada imagem, os momentos da descoberta, com suas perdas e sentimentos contraditórios, do processo de tratamento e todas as mudanças que ele provoca na vida do paciente, do apoio, com fotos tiradas com familiares e amigos, e por fim o momento da superação, da vitória sobre a doença. Em meio a tudo isso, a discussão em torno da perda dos símbolos femininos (seios, cabelos, libido e fertilidade) após o diagnóstico.
O projeto, lançado em 2006, surgiu quando vários casos de câncer eram vividos de perto pelos autores, que há anos desenvolvem um trabalho cujo foco é voltado para a mulher e a auto-estima. Hugo Lenzi, fotógrafo e sociólogo, e sua esposa Vera Golik, jornalista e escritora, percorreram várias estados brasileiros, em busca de histórias de mulheres dispostas a expor suas experiências. Encontraram mulheres entre 24 e 70 anos, com origens, etnias e classes sociais diversas, mas com algo em comum: a vontade de viver. As sessões de fotos eram como uma terapia, onde Hugo fotografava e conversava com elas (de modo a deixá-las mais à vontade), e Vera as entrevistava. “Eu falei pra Vera: Vera! Não vai adiantar nada você fazer as entrevistas e depois eu fotografar porque em seguida você vai ter que mudar o texto de cada uma delas. A partir daí passamos a ir juntos nas sessões e os resultados foram muito bons! Elas falavam coisas que nunca haviam falado para ninguém ou que elas mesmas só se davam conta no momento em que me contavam. Nosso trabalho foi gratificante!” disse Hugo.
As histórias são emocionantes, e revelam o quanto a mulher adquire força diante das doenças e dos riscos que ela traz. A psicóloga Mônica Galvão, fotografada na exposição, conta sobre sua experiência com o câncer: “Quando tive a doença, eu olhei pro meu corpo. Fiz um mergulho em mim mesma. Encarei o câncer de frente e pensei: O que esse câncer quer dizer para mim? Eu aprendi. Aprendi e levei isso para o meu trabalho.”
Além do relato das histórias, a questão da conduta dos médicos é questionada e criticada pelos autores. Eles reclamam de médicos frios, que não vêem diante de si um ser humano, mas uma enfermidade a ser tratada. Apontam o sistema como responsável por essa realidade, e exaltam a relação interpessoal com cada um dos pacientes, levando em consideração as particularidades dos mesmos. Defendem a prática de uma medicina que veja não apenas a doença, mas o paciente. A doutora Luci Ishii, do Instituto Luci Ishii de Oncologia, afirma que a cura está intimamente ligada à busca da paz interior, que o médico deve incentivar do início ao fim. Temente a Deus, ela acredita que os pacientes devem ter consigo três sentimentos: o perdão (bem como o auto-perdão), a gratidão, e o amor. “O paciente deve ser tratado na mente, no corpo e no espírito. Não basta só a abordagem científica, é necessária a abordagem do ser. Do ser por completo, físico, psicológico e emocional que é.” afirma.
A exposição tem um público variado, mas as mulheres são maioria, especialmente aquelas que viveram, ou ainda vivem os dramas de um câncer. Quando descobriu a doença, a funcionária pública Márcia Coelho se desesperou. Mas logo se deu conta de que tinha marido e uma filha de 10 anos para cuidar. Começou uma luta sofrida por sua vida. “Numa quimioterapia, a gente só pensa em sobreviver. A fêmea está dormindo. Junto com sua vaidade e sua sexualidade.” A respeito da exposição, Márcia é só elogios: “O olhar do fotógrafo para captar as emoções e as histórias de cada uma das pessoas é excepcional! Esse trabalho pautou muito a minha conduta. Agradeço a eles o dia em que acordaram e tiveram a idéia desse trabalho. Eles estão salvando vidas.” completa. A monitora da exposição, Joana Alves, diz que o que mais lhe chamou a atenção foi a forma como essas mulheres olharam o problema do câncer: “Elas aprenderam a não ver a doença como algo ruim, e tiveram forças para superar tudo.” Já o estudante Thiago Rodrigues, diante das imagens capturadas pelas lentes de Lenzi, comenta emocionado: “Sensacional! As fotos transmitiram o lado humano daquelas mulheres! E apesar de não ter nenhum caso de câncer na família, a exposição e a palestra me sensibilizaram e motivaram até mesmo a participar de associações ligadas a esse tipo de trabalho.”
No mês nacional da conscientização sobre o câncer de mama, e diante da recorrência dos casos no Brasil (que cresce cada vez mais entre as mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele), o projeto é mais do que pertinente. Além da exposição fotográfica, a realização de palestras interativas foi essencial na construção de um projeto enriquecedor, não apenas do ponto de vista artístico, mas do ponto de vista social. Sônia Schuitek, gerente da Caixa Cultural em Brasília, satisfeita com os resultados obtidos até então, deu sua opinião a respeito da exposição: “A Presidente da Caixa viu a exposição em São Paulo e se interessou em trazê-la para Brasília. É muita lição de vida! Mesmo quem não tem a doença, ou casos entre conhecidos, sai emocionado. O apego à vida é muito trabalhado dentro dessa temática. E a receptividade ao projeto tem sido tão boa, que já existem pessoas interessadas em levá-lo para os Estados Unidos!”
A exposição “De peito aberto” fica na Caixa Cultural, SBS Qd. 4 Lote 3e 4 – Zona 0, até o dia 30 de Novembro, com visitas abertas ao público de terça a domingo, das 9h às 21h. Informações e agendamento de visitas monitoradas: de terça-feira a sexta-feira, de 9h às 18h, pelo telefone 3206-9448.
A vida pode ser resumida nas músicas. Os famosos anos 70, 80e 90 trazem à tona um misto de sentimentos que foram perdidos ao longo dos tempos, sobretudo pelas gerações contemporâneas.
Os ritmos passados, apesar de parecer tão distantes, estão mais próximos e vivos que nunca. Isso porque é cada vez mais recorrente festas com músicas que marcaram época na vida das pessoas que curtem a saudade dos chamados "anos dourados".
A música é o caminho mais estreito por onde as pessoas passam para recordar momentos e torná-los inesquecíveis.
Está reservado para os amantes desses ritmos, a noite do Flash Back “BYE BYE 2008”, aberta ao público de todas as idades, até mesmo os que não viveram nessa época, mas que são influenciados pelos pais.
Todos os anos o SESC realiza essa festa em quatro edições, iniciando em Abril, passando por Junho, Agosto até chegar na última edição do ano que é em Outubro.
Com ritmos nacionais e internacionais, os dj´s preparam uma noite com repertórios clássicos da época, para que o público relembre seus melhores momentos, com presença garantida do Pop Rock, do Dance, da MPB, entre outros.
Para Paulinho Marinho, Técnico em Recreação e Cultura do SESC, será uma super festa que promete grandes surpresas, a começar pela decoração bem colorida e temática. Ainda segundo Marinho, é uma festa para toda família. "os quarentões que curtiram essa época, já trazem os filhos que são acostumados a ouvir pela influência dos pais", comenta.
Jovens, adultos, idosos, todos têm na música motivos suficientes para se entregarem às suas melhores lembranças. Os que já construíram sua história e os que ainda a constroem por meio das músicas. O fato é que todos se rendem ao prazer inexplicável dessa época que marcou toda uma geração e ainda influencia as futuras.
Data: 31/10/2008
Horário: 22:30
Preços: Inteira – R$ 12,00
Meia – R$ 6,00
Idade mínima: 16 anos
Local: SESC
Endereço: Setor F Sul AE 03 – Taguatinga Sul
Telefone: (061) 3451-3502
COMENTÁRIO SOBRE OS TEXTOS
"Como não entrevistar Frank Sinatra" e
"Frank Sinatra está resfriado"
por Nayara Young
Lendo “Frank Sinatra está resfriado” e identificando a redação como um Perfil do artista pelo autor, não julgaria este tê-lo feito sem trocar uma palavra que seja com o filho de Dolly Sinatra. Um texto completo. Histórias do personagem, seus surtos de raiva, mulheres, filhos, o sucesso, o declínio. Detalhes muito bem apurados nas 3 semanas de pesquisa, resultante em um material de mais de 200 páginas de anotações.
As intempéries de Frank colocadas pelo autor são justificadas, por vezes, no seu passado. A figura de “magnata eletrizante” e “sobre-humano” fora incutida na sociedade acerca dessa personalidade sobrevivente do “pré-guerra”. Na concepção de Frank Jr.(22), filho mais velho de Sinatra, isso começou com a criação de um “Sinatra de press- release”. Continua, explicando que seu pai “é supranormal e não sobre-humano, mas supranormal.”
De personalidade forte e postura séria Frank Sinatra sempre esteve além de seu tempo. Como se vivesse em um mundo paralelo ao dos demais mortais. “Uma parte de Sinatra esteja onde ele estiver nunca está lá”, explica o autor do artigo, Gay Talese. Com sua mania peculiar de “enfiar” o passarinho em tudo que fala, esta se torna uma marca para o astro que brinca até durante suas canções, trocando partes da letra por “passarinho”.
Para quem não conhece esse ícone, o artigo de Talese é uma obra prima. Mostram os bastidores, pareceres individuais. Nada que afete a imagem de Sinatra, ferindo, talvez, apenas a privacidade, de forma sutil, caracterizando o fascinado e interesse do pesquisador por seu objeto de estudo. Refresca a mente dos que vêem Sinatra como um ídolo. Estes até atribuem certa responsabilidade a Frank pelos romances contraídos por intermédio da música dele. Amante, querido, requisitado, famoso, e como se não bastasse, inspiração para uma geração.
“Como não entrevistar Frank Sinatra”, segundo texto sugerido em sala de aula, é um aparente tutorial obrigatório para jornalistas refletirem antes de escreverem um Perfil. O texto esclarece algumas dúvidas quanto à apuração de uma entrevista. A relação entrevistador x entrevistado.
Apresenta uma situação atípica em que o entrevistador não encontra o entrevistado e mesmo assim apresenta um rico material sobre ele. “Embora eu não tenha tido a oportunidade de me sentar e conversar a sós com Frank Sinatra, essa circunstância talvez seja um dos pontos fortes do artigo”, diz Talese.
Claro que a execução desse trabalho com Sinatra se deu graças à credibilidade do Jornalista e também à disposição e compreensão financeira e temporal do veículo, neste caso, da revista Esquire.
A indústria invadiu também as empresas de periódicos. Hoje interpretam-se como matérias opinativas o conteúdo pessoal de quem a produz. O escritor está em casa, não vai mais a campo. Isso acontece pela falta de disponibilidade do veículo em esperar uma apuração requintada que hoje, não pode demandar mais do que um quinto do que fora necessário para a produção de “Frank Sinatra está resfriado”. Seria o fim do “New Jornalism”, esses trabalhos, frutos de garimpos que o escritor faz na sua própria lembrança?
Esperança por dias melhores
por Nayara Young
Repressão. Expressão que alguns temiam, alguns exerciam, e outros mais ignoravam. A ditadura militar foi palco para a censura política, artística e ideológica. Eis que da vontade do diretor e dos atores em debater o ambiente hostil dos tempos de ferro surge o espetáculo “O 3º Lar”. Fruto de um projeto de desenvolvimento e experimentação nas artes cênicas, a peça traz o encontro de um jovem funcionário filho de general, um prisioneiro político e uma atriz durante o Regime Militar. No entanto o cerne da peça não está nas questões políticas da época, mas nas relações pessoais.
Dude, Tish e Nicolas. Um encontro delicado entre esses três jovens que carregam no peito a esperança de tempos melhores. Cada um com sua história, porém todos com o desejo comum pela fuga. A peça se passa em um depósito do Comando Militar. O ambiente decorado com caixas e jornais faz com que o espectador também seja parte do cenário. “Muito interessante o jogo feito pela equipe cenográfica. O ambiente nos remete à época. É um revival histórico do Brasil.” resume as impressões sobre cenário o estudante Leonardo Guedes, 22 anos, após assistir a peça.
O diretor João Antônio de Lima Esteves, fundador do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UNB), tem propriedade para falar dessa época por ser um ex-ativista político. A convite dos atores, durante três meses conduziu a direção e contribuiu com o texto, escrito em conjunto com o elenco. “Fui ativista político, portanto, tenho certa vivência no assunto. Todos nós fomos reprimidos em algum momento da vida, mas, em O 3º lar, o lado político não é o principal, e, sim, as relações humanas nessas situações”, explica o diretor. O professor de interpretação, em parceria com Adeilton Guimarães, trabalha em novo projeto cênico. O novo espetáculo será sobre a história e a vida de Glauber Rocha. Um dos integrantes mais importantes do Cinema Novo, corrente artística iniciada no começo dos anos 60. Glauber que, para o poeta Ferreira Gullar “se consumiu em seu próprio fogo" dirigiu Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1968), ambos premiados no Festival de Cannes. A estréia da peça está prevista para o início de 2009.
Com poucos recursos cênicos, a interpretação é a chave de entrada para o espetáculo. O espaço onde ocorre a história ganha uma identidade, função, e se transforma no terceiro lar para essas pessoas.
”O 3º Lar” está em cartaz na sala Adolfo Celi no Casa D’Itália até o dia 02 de novembro. Com sessões toda sexta, sábado (às 21h) e domingo (às 20h). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Informações: 3244-3333
Elenco: Roberta Rangel, João Vitor Campos e Iuri Saraiva.
Diretor: João Antônio de Lima Esteves
Serviço:
Local: Sala Adolfo Celi - Casa DÍtália 208/9 Sul (Entrada pelo eixinho L) - -
Data: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Preço inteira: R$ 20
Preço meia: R$ 10
De: 17/10/2008
Até: 02/11/2008
Informações: 3244-3333
Cara e Cultura Negra
O primeiro dia do festival Cara e Cultura Negra começa com a Kanimando um desfile de moda e beleza negra. Uma exposição fotográfica e educativa mostra as mesquitas da África Ocidental em uma das exposições Raízes de uma Arquitetura Africana.
Poesias com temas abolicionistas, misturado com informação, mostram os 120 anos da abolição da escravatura. Menção a política negra com Mandela, Martin Luther King, Maria Firmina, Machado de Assis e outros. Outra exposição muito importante é a lingüística que mostra as origens de palavras como xará, ziquizira, lero-lero entre outros do grupo etno-linguistico.
A arte africana contemporânea, nação Aruba e povos Bantos, Gula D´africa em “Um mundo dominado por chefes trajados de branco, debruçados sobre os clarões das labaredas de pratos flambados, é bom saber que esses ourives da culinária são asseptos herdeiros de mãos negras lavados de sabão barato e história.”
Samba, Sapateado, Congala, Jongo, Maculelê, Bumbo de Boi são as danças da África que vieram parar no Brasil através da cultura africana.
‘No Coração da África’ mostra internacional de fotográfica, mostra lindas fotos dos sentimentos, expressões de dor e alegria, mostram também a savana africana com seus bichos exóticos, Etiópia em um formato todo em preto e branco.
E para fechar a noite um Balé folclórico da Bahia.
O Festival Cara e Cultura Negra veio para mostrar que a raça negra tem Cultura, arte, culinária, dança, moda, beleza e principalmente valores.
O evento é realizado pela Griô Produções e vai do dia 5 a 20 de novembro no Teatro Nacional Cláudio Santoro e Praça Zumbi dos Palmares-CONIC.
.
Programação
Abertura Oficial
Mostra Educacional
Visitas Guiadas e Vídeos Educacionais
Mostra Internacional de Fotografia
Moda
Oficinas de Percussão
Gastronomia
Musica
Praça Zumbi dos Palmares - Setor de Diversões Sul
5 de novembro - 18h às 22h
Kanimando - desfile de moda e beleza negra - 19h
Balé folclórico da Bahia - 21h - sala Vila Lobos
6 a 15 de novembro - 10h às 20h
11 a 14 de novembro - 10h e 15h
4 a 15 de novembro - 10h às 20h
Kanimando - 1ª Semana da Moda e da Beleza Negra
Desfile - 5 de novembro - 19h
Palestra - Samuel Abrantes - 6 de novembro - 16h às 18h
Oficinas de penteados, acessórios e maquiagem
11 a 14 de novembro - 14h
Peu Meurrey
Babilak Bah - 11 e 12 de novembro
II Circuito da Gastronomia AFRICABRASIL - 5 a 20 de novembro
Apresentação do livro Gula d'áfrica
7 de novembro
19h - Máximo Mansur (DF)
19:30h - Cesar de Paula Sambeat (DF)
20h - Sérgio Magalhães (DF)
20:30h - Ellen Oléria (DF)
21h - Caiana dos Crioulos (PB)
22h - Marabaixo (AP)
08 de novembro
19h - Congo Nya (DF)
20h - Babilak Bah (BH)
21h - Peu Meurray (BA)
22h - Mamour Ba (Senegal)
23h - Petit Mamadi e Fanta Konatê (Guiné Bissau)
15 de novembro - 18h às 20h
Programação artística musical em parceria com o projeto TEIA
20 de novembro - Dia da Consciência Negra
18h - Discotecagem DJ Chokolaty
19h - Batalha de Rimas
19:30h - Peleja de Repente
20h - Peleja Rap e Repente
20:30h - Ataque Beliz
21h - Beto Brito
22h - Negra Li
Ingrid
3° Matutino
Como não entrevistar Frank Sinatra
O jornalista ressalta bem no texto narrativo que enquanto Sinatra está resfriado, ele observa e discreve as pessoas de convicio com Sinatra. Marca entrevista com amigos de Sinatra levando para jantar e descreve o que as pessoas que convivem com ele pensam e acham de Sinatra. Parentes que sabem de suas adaptações. O jornalista faz todo seu trabalho com grande precisão de fatos em cima de pesquisas com pessoas que estão ao lado de Frank diariamente, que sabem como agrada-lo.
Apesar da grande dificuldade de marcar a entrevista, o jornalista busca grande objetivo das anotações que é torna as coisas mais claras possíveis com o trabalho de campo e fidelidade a verdade, como o jornalista diz no texto.
Frank Sinatra está resfriado
O texto narrado pelo jornalista deixa bem claro o lado de Sinatra "um grande compositor e um ótimo pai", diz Nancy. Suas atitudes, seu jeito de convencer a todos com opiniões contrárias à dele. Um homem que ao mesmo tempo que tem um grande coração, ajuda a todos sem poupar esforços, também consegue, ser frio e sem rodeios.
Todos a sua volta o respeitam e o admiram, querem sempre agrada-lo. Apesar de seu jeito exigente de ser, o que mais irrita Frank é a grande falação da imprensa sobre sua vida pessoal.
Frank Sinatra é um homem que pode fazer tudo sem nenhum sinal de culpa, é o homem que tinha tudo, perdeu tudo e depois recuperou tudo, fazendo o que poucos homens são capazes de fazer.
Apesar de resfriado tenta ao máximo possível, se recuperar para encantar o seu público com suas canções e seus filmes. Frank Sinatra resfriado é Picasso sem tinta.
Por Greyce Kelly
Postar um comentário